A família é a base da sociedade. É o agente número um. Ela é restrita e alargada. O diálogo começa neste importante espaço. Traduz-se no amor e na busca da paz interior e exterior entre os membros.
Na família, a moral, a ética e o direito são instrumentos de regulação. Estes valores são abstractos. Sem eles, a sociedade entra em crise. Isto afecta as instituições públicas e privadas. Deste modo, a observação dos direitos e deveres dos cidadãos promove a cultura da amizade. Não importa a cor da pele, religião, etnia, cultura ou até a cor do partido político.
Neste processo, o mais importante é concertar ideias e influenciar positivamente as lideranças sociais e políticas para a promoção do pluralismo democrático no dia-a-dia. A criação de plataformas de diálogo que permitam aos cidadãos e também às instituições manterem contactos permanentes rumo ao desenvolvimento sustentável contribuirá para a convivência que se pretende.
Ontem, à saída da audiência com o presidente da Assembleia Nacional, Adão de Almeida, o presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé e Príncipe (CEAST), Dom José Manuel Imbamba, referiu que “a violência não pode ser a nossa bandeira 50 anos depois da nossa Independência. Temos de evoluir e dar um salto de qualidade na maneira de convivermos e de fazermos a Nação”.




