A segunda edição do Programa Twendy, sob a égide do Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) na província da Huíla, vai, a partir do próximo mês de Agosto, realizar uma acção formativa dirigida a empreendedores, startups, micro, pequenos e médios empresários.
A informação foi avançada hoje, em conferência de imprensa, pela directora do Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) na província da Huíla, Julieta de Oliveira, tendo dito que as inscrições para o evento formativo serão feitas online e de forma gratuita, através do endereço.
De acordo com a responsável, esta segunda edição sucede à primeira, que decorreu no ano passado com a participação de 30 startups e 72 empreendedores organizados em 36 equipas, tendo resultado na elaboração de 22 projectos, que estão a ser acompanhados pela instituição.
“O Twendy é um programa nacional do INAPEM dedicado à incubação, aceleração e formação técnica de Micro, Pequenas e Médias Empresas e startups. A designação Twendy significa ‘vamos’, na língua umbundu, traduzindo o carácter mobilizador da iniciativa e o seu compromisso com a inclusão territorial, a inovação, a criação de emprego e o desenvolvimento do empreendedorismo em Angola”, disse.
A responsável do INAPEM informou que, ao longo do ciclo formativo, os empreendedores participarão num percurso intensivo que combina formação prática, mentoria individualizada, validação de ideias e soluções junto do mercado, desenvolvimento de modelos de negócio, gestão financeira, marketing e acesso ao mercado, digitalização e tecnologia, inovação e desenvolvimento de produtos, inglês de negócios, preparação para financiamento e investimento, bem como construção de pitch e apresentação perante investidores e empresas.
Segundo Julieta de Oliveira, podem candidatar-se à formação empreendedores, startups, micro, pequenas e médias empresas com ideias, soluções ou negócios em desenvolvimento, com especial atenção aos sectores do agronegócio, agritech, logística, serviços digitais, transportes e energias renováveis.
“As candidaturas serão avaliadas com base no potencial da ideia ou solução, perfil e comprometimento dos fundadores, viabilidade da equipa e alinhamento sectorial. O programa estabelece igualmente uma meta de inclusão de, pelo menos, 40 por cento de projectos liderados por mulheres ou com participação feminina”, detalhou.
POR: João Katombela, na Huíla








