O Grupo Naval vai apresentar, durante a 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), o seu novo Complexo Industrial de Processamento Alimentar, actualmente em construção no município de Cacuaco.
A informação consta de uma nota de imprensa enviada hoje ao Jornal OPAÍS.
Implantado numa área de 40 hectares, o projecto é apontado pela empresa como um dos maiores investimentos privados em curso na indústria transformadora alimentar em Angola e pretende reforçar a estratégia de industrialização do país.
Concebido para responder aos desafios da segurança alimentar e da redução da dependência das importações, o complexo vai integrar sete unidades industriais. O objectivo é aumentar a capacidade de transformação de matérias-primas agrícolas produzidas em Angola, impulsionar a criação de empregos, fortalecer a indústria nacional e desenvolver novas cadeias de valor.
A principal infra-estrutura será uma unidade de esmagamento de soja com capacidade para processar três mil toneladas por dia. O óleo produzido abastecerá as empresas do Grupo Naval e estará igualmente disponível para outras indústrias nacionais, contribuindo para reduzir a importação de óleos alimentares e aumentar a competitividade do sector transformador.
O projecto prevê ainda a ampliação da capacidade instalada da Foodtec, que passará a moer 1.250 toneladas de trigo por dia. O complexo incluirá também uma fábrica de bolachas com capacidade para produzir 100 toneladas diárias, uma moagem de milho para produzir 400 toneladas de fubá por dia e duas linhas industriais destinadas ao beneficiamento, processamento e embalagem de arroz produzido em Angola.
Para incentivar a produção agrícola nacional, o Grupo Naval compromete-se a adquirir toda a soja produzida no país que cumpra os requisitos de qualidade, garantindo aos produtores um mercado estável. A iniciativa visa estimular o investimento no sector agrícola e reforçar a integração entre a agricultura e a indústria.
A conclusão do complexo está prevista para o período entre Agosto e Outubro de 2027. Com a entrada em funcionamento da infra-estrutura, o Grupo Naval pretende aumentar a sua capacidade produtiva e consolidar a sua posição entre os principais operadores da indústria agroalimentar nacional.
A participação da empresa na FILDA ficará igualmente marcada pelo regresso das sessões de show cooking, agendadas para os dias 22, 23 e 24 de Julho, em parceria com o Grupo CHA. As demonstrações gastronómicas utilizarão produtos do Grupo Naval, entre os quais o Óleo Boavista, as Massas Gracia e as farinhas Glória, Dona Lúcia e Kuria, dando a conhecer aos visitantes a qualidade e a versatilidade das marcas produzidas em Angola.








