O Papa Leão XIV pediu que sejam “acolhidas vítimas de perseguição”, para que possam viver em paz e com dignidade, noticiou a Santa Sé
O apelo foi feito sábado, Dia Mundial do Refugiado, que coincide com o 75.º aniversário da Convenção Relativa ao Estatuto dos Refugiados. A convenção foi “criada para proteger “aqueles que são perseguidos e forçados a deixar terra, casa e família”, explicou o Papa, Leão XIV manifestou esperança de que este espírito continue “a iluminar as consciências dos líderes mundiais”.
No sábado, o Papa deslocou-se até à cidade italiana de Sant’Angelo Lodigiano para visitar a paróquia dos santos António Abade e da ítalo americana Francesca Cabrini, a primeira santa dos Estados Uni dos e que é a padroeira dos migrantes. A madre Francesca Cabrini, nascida na cidade italiana de Sant’Angelo Lodigiano, morreu em 22 de Dezembro de 1917, em Chicago, cidade de origem de Leão XIV.
“O fenómeno da migração entrou numa fase diferente, certamente mais complexa, mas não menos capaz de desafiar a Igreja”, afirmou o Papa, que visitou também no sábado Pavia, onde se encontra o túmulo de santo Agostinho. Leão XIV explicou que “herdou e deu continuidade ao ensinamento do Papa Francisco na exortação apostólica Dilexite sobre o amor aos pobres, que fala da caridade sob a forma de acompanhamento dos migrantes”.
Durante a sua recente viagem a Espanha, visitou a Grande Canária e Tenerife, onde abordou a crise migratória, e em 04 de Julho irá viajar para a ilha italiana de Lampedusa, que é a porta de entrada para os migrantes na rota do Mediterrâneo.








