Uma equipa de oito estudantes, provenientes da província do Uíge, desenvolveu um sistema tecnológico para auxiliar o Governo de Angola a combater a burocracia nas administrações e nos crimes económicos, como o contrabando de combustíveis e os fenómenos hidrológicos. Os jovens dizem ser uma resposta ao recente problema das inundações em Benguela e do contrabando de combustíveis no Zaire
A startup, denominada “Ajuda o País”, que participa pela 5.ª vez no ANGOTIC, diz que o foco está em várias soluções tecnológicas que podem beneficiar o Estado em diferentes sectores de actividade. Dentre as inovações, destacam- se duas plataformas digitais direccionadas para as províncias de Benguela e do Zaire, fruto das cheias e inundações registadas e dos crimes de contrabando de combustível.
Segundo o representante da startup, Domingos Panzo, tendo em mento no próximo dia 15, sendo que será operacionalizado por meio do satélite AngoSat-2. Já sobre a plataforma que vai ajudar o Governo na resolução dos problemas causados pelo transbordo do rio Cavaco, o expositor, que falava no primeiro dia do ANGOTIC, disse que, a nível da província de Benguela, está em curso um plano para a implementação de um sistema de controlo e rastreamento de ocorrências fluviais.
“Nós desenvolvemos uma plata- forma digital que irá ajudar o Governo da província de Benguela a ter o controlo das pessoas que foram afectadas pelo transbordo do rio Cavaco. O sistema permitirá fazer o mapeamento, via geolocalização, de todas as famílias e suas respectivas áreas”, rematou. Domingos Panzo adiantou que, por meio do Google Maps, serão encontradas todas as pessoas afectadas na área, o que irá permitir viabilizar o apoio vindo de várias instituições, consoante a necessidade de cada família.
POR: Adelino Kamongua
Leia mais em








