Para se evitar que o continente africano seja um espaço de vulnerabilidade climática e de exclusão social, acelerar o Programa das Nações Unidas para os assentamentos urbanos é a meta.
Com uma nova agenda até 2036, impõe-se que a próxima década seja decisiva. Porém, África deve criar condições para ser o motor de desenvolvimento sustentável. Assim sendo, políticas concretas, inovação e prosperidade serão a bandeira das futuras gerações. Aliás, a formação e a aposta no homem têm sido a meta dos governos locais.
Por esta razão, as cidades devem contar com infra- estruturas fortes, no sentido de se criar um ambiente que consiga dar resposta aos problemas do futuro no plano do ambiente e não só.
No Fórum Urbano Mundial, que decorre na cidade de Baku, Azerbaijão, o ministro das Obras Públicas, Urbanismo e Habitação, Carlos Alberto dos Santos, adiantou que deve haver maior solidariedade internacional quanto à transferência de conhecimentos para apoiar os países em vias de desenvolvimento.
No encontro participam mais de 54 países, por isso Angola reitera o compromisso com o multilateralismo na ONU-HABITAT, a fim de se promoverem mais e melhores cidades humanas e resilientes.









