Depois de a RDC ter manifestado o interesse em comprar mais de dois mil megawatts de energia eléctrica de Angola, os países pretendem colaborar na construção de linhas de transporte de energia, numa extensão total de mais de mil 450 km, um investimento que poderá beneficiar não somente as suas populações, mas a região em geral
O Presidente da República, João Lourenço, concedeu, ontem, uma audiência ao ministro dos Recursos Hídricos e da Eletricidade da República Democrática do Congo (RDC), Aimé Sakombi Molendo, com quem abordou questões relacionadas à cooperação económica inter-regional.
À saída da audiência, o ministro congolês fez saber que o seu país quer comprar mais de dois mil megawatts de energia eléctrica de Angola, avançando que os dois países têm duas linhas em perspectiva, uma mais extensa, que partirá de Malanje, passando por Dilolo até à RDC, ao passo que a outra partirá do Soyo até Inga.
“Nós queremos, de facto, comprar energia a partir de Angola e transmitirmos essa energia para a República Democrática do Congo, numa extensão de mil 450 km. Es- ta energia poderá ajudar as nossas empresas, poderá ajudar as nossas populações, para que possam, de facto, beneficiar deste bem que Angola já tem”, disse. Apesar do grande potencial exis-tente na barragem de Inga, na RDC, Sakombi Molendo disse que a RDC precisa de Angola para diversificar o fornecimento de energia.
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