PRA-JA Servir Angola anunciou que vai formalizar, esta Sexta-feira, 8, uma participação criminal contra o deputado da UNITA Adriano Abel Sapināla, na sequência de alegadas calúnias contra o seu líder. A entrega da queixa está agendada para as 10h00, na Direcção Nacional de Acção Penal (DNAP) da Procuradoria- Geral da República, em Luanda
De acordo com um comunicado enviado à imprensa, ontem, Quinta- feira, o advogado do presidente do PRA-JA, Abel Epalanga Chivukuvuku, fará a entrega do documento acompanhado por membros do secretariado-geral da formação política. A acção judicial surge na sequência de “alegados actos atentatórios à honra e ao bom-nome do líder dos servidores”.
O PAÍS sabe que o partido de Abel Chivukuvuku considera que as afirmações do aludido parla- mentar, amplamente divulga- das nas redes sociais, configuram ataque pessoal e “ódio declarado”, daí a necessidade de Chivukuvuku intentar acção judicial. Na última Segunda-feira, 4, também em comunicado, o PRA-JA Servir Angola teria manifestado o seu “mais veemente repúdio” às declarações públicas do deputado da UNITA, Adriano Abel Sapināla, que considerou atentatórias ao bom-nome e à imagem do seu presidente, Abel Epalanga Chivukuvuku.
Na nota, datada de 4 de Maio, aquela formação política não detalha o teor exacto das declarações, mas classificou-as como “infelizes” e reveladoras de um “comportamento político desprovido de elevação, responsabilidade e sentido de Estado”. Para o PRA-JA, as palavras do deputado atentam contra os princípios do pluralismo democrático, da convivência política saudável e do respeito mútuo entre forças partidárias.
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