Um total de 3.438. 575 segurados estão registados no Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), deu a conhecer, esta quinta-feira, em Luanda, a ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), Teresa Rodrigues Dias.
A governante, que discursava durante o Conselho Consultivo do Instituto Nacional de Segurança Social, referente ao ano de 2026, sob o lema: “Consolidação Institucional e Expansão da Protecção Social Obrigatória”, que decorre durante dois dias, revelou ainda que a instituição regista, igualmente, 288.381 contribuintes e 169. 118 pensionistas.
Para Teresa Rodrigues Dias, estes indicadores revelam, não apenas a dimensão crescente das acções, mas também a responsabilidade acrescida que sobre o INSS recai, enquanto gestor de um sistema que afecta milhões de vidas, tendo reforçado que, durante os dois dias de Conselho Consultivo, os participantes terão a oportunidade de analisar instrumentos estruturantes para o futuro do INSS, dentre os quais, o Plano de Actividades, o Orçamento para 2026, o Plano Estratégico de Formação do INSS 2030, o Plano de Desenvolvimento dos Serviços na Rede Nacional e o 2.º Boletim Estatístico da Protecção Social.
Segundo a Titular do MAPTSS, estes instrumentos constituem pilares fundamentais para a melhoria da orgânica, do funcionamento e da capacidade de resposta institucional do INSS.
Combater a fraude com rigor
De acordo com a ministra, não há expansão possível sem alicerces sólidos. Neste sentido, fez saber que consolidar o INSS significa reforçar a transparência, modernizar os processos e garantir que cada kwanza arrecadado se traduza em protecção efectiva para os segurados e pensionistas. Significa ainda, prosseguiu, capacitar continuamente os quadros, digitalizar os serviços e combater a fraude com rigor.
Relativamente a expansão da Segurança Social, a responsável destacou que ninguém pode ficar para trás. Para a fonte, expandir é levar a protecção social aonde ela ainda não chegou. É incluir o trabalhador informal, o camponês, o jovem empreendedor, a zungueira.
“É adaptar o sistema à nova realidade económica de Angola, sem deixar de proteger os mais vulneráveis: os idosos, as crianças, as pessoas com deficiência. A universalização da segurança social, não é apenas meta estatística, é um imperativo de justiça social que felizmente, com muito esforço, temos dados passos certeiros, rumo a sua concretização”, reforçou, tendo acrescentado ainda que, “é precisamente neste ponto, quando reflectimos sobre o caminho percorrido e o que ainda temos por construir, que os dados ganham particular significado. Mais do que números, eles são a expressão concreta do impacto da nossa acção e o espelho da confiança que os cidadãos depositam no Sistema de Protecção Obrigatória (PSO)”.
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