As cheias ocorridas em Benguela, causando a destruição de pontes no Caimbambo, estão a causar enormes constrangimentos ao município da Ganda, que está, neste momento, a receber combustível para fazer funcionar instituições públicas, com destaque para as sanitárias, via província do Huambo. Município vive momento de restrições na distribuição de energia eléctrica. O administrador municipal, Francisco Prata, deposita fé nas autoridades provincial e central e espera a reposição o mais rapidamente possível
Empresários, cidadãos e governantes estão a fazer contas à vida, face ao cenário de restrição de energia eléctrica actualmente vivido no município da Ganda. Por estar cortada a circulação Benguela/Huambo pela variante Cubal, o combustível para fazer funcionar os geradores e permitir funcionamento da máquina administrativa e sanitária tem de atravessar a província do Huambo, num percurso de perto de 700 quilómetros de distância, invertendo um quadro de quase 200 quilómetros.
Ou seja, os camiões têm de, pela variante Lobito/Bocoio/Balombo, atravessar o município do Huambo, sair pela Caála até à Ganda. Esse percurso é bastante oneroso – admitem as autoridades do município. Os empresários locais ‘fazem da tripa coração’, “virando-se”, como ressalta a administração local, com Francisco Prata como titular, depositam confiança total nas estruturas provincial e central do Estado, que tudo fazem para a normalização da situação.
O combustível para fazer funcionar o grupo de gerador vem, ultimamente, da vizinha província do Huambo, impondo uma situação de restrições no fornecimento de energia eléctrica ao município. “Huambo torna-se mais distante, mas a vida não pára.
POR: Constantino Eduardo, em Benguela
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