O embaixador da China em Angola, Zhang Bin, afirmou, nesta Segunda-feira (20), que a China prevê incorporar a língua mandarim no sistema de educação em Angola, um projecto que tem como ambição, tal como acontece com pelo menos 90 países
O desejo foi manifestado durante o evento organizado ontem pela Embaixada da China, em alusão ao Dia Internacional da Língua Chinesa (20 de Abril), que reuniu estudantes do Instituto Confúcio, amantes da cultura chinesa e curiosos da língua. O diplomata afirmou que a ideia é que Angola seja o 91.º país a nível do mundo a implementar o mandarim no sistema de ensino.
Segundo avançou Zhang Bin, nos últimos dez anos, o Instituto Connfúcio já formou mais de dois mil angolanos (todos a falarem mandarim), através de cursos de formação e aulas nas universidades. “Agora, só contamos com alguns professores de mandarim no instituto; então, a energia e a capacidade deles são limitadas.
Sendo assim, pretendemos ter mais talentos que saibam falar mandarim em Angola”, avançou o embaixador, afirmando que poderá, dentro em breve, reunir com o Ministério da Educação para tornar possível a incorporação do idioma no sistema de ensino. Zhang Bin destacou ainda a ida de mais de 2000 estudantes angolanos à República Popular da China, nos últimos 15 a 20 anos. “Na China, eles geralmente estudam por quatro a seis anos, o que lhes permite conhecer não apenas a língua, mas a cultura chinesa em si. Isso lhes permite fazer cursos, o que lhes dá uma importância maior e muitas oportunidades de emprego”, sustenta.
POR: Germano Notícia
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