O secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Caldas Albino, considerou a visita do Papa Leão XIV a Angola como um momento de elevado simbolismo para a paz, a reconciliação e a projecção internacional do país – mas que também reforça os ganhos no domínio do turismo religioso e da coesão social
De acordo com o governante, o momento vivido no país, com a presença do Sumo Pontífice, “transborda paz e reconciliação”, ao reforçar o percurso de Angola enquanto nação empenhada na consolidação da estabilidade interna e na mediação de conflitos no continente africano.
Nuno Caldas Albino sublinhou que Angola tem sido uma referência em África no domínio da reconciliação nacional e estabilização regional, e defende que a visita papal deve ser encarada como “um momento ímpar” e de “boa aura”, sobretudo para os cristãos e católicos angolanos.
O secretário de Estado afirmou ainda o impacto directo da visita à vila da Muxima, que classificou como um espaço sagrado e histórico que tende a afirmar-se como um dos principais destinos de turismo religioso no país.
Segundo explicou, com a presença do Papa, a Muxima ganha uma nova importância, tornando-se num local de peregrinação, busca de paz, perdão e amor, tanto para angolanos como para visitantes estrangeiros.
“Este espaço não será apenas um ponto turístico, mas uma referência espiritual permanente, acessível a todos os que desejarem visitá-lo”, frisou.
Ganhos reputacionais e projeção internacional
No plano externo, Nuno Caldas Albino sublinhou os ganhos reputacionais da visita, ao apontar que Angola reforça a sua imagem no continente africano e no mundo. O governante considerou que a presença do líder da Igreja Católica representa um reconhecimento internacional importante, que contribui para a valorização do país no cenário mundial e consolida a sua imagem de nação estável e pacífica.
Sobre a organização do evento, o secretário de Estado garantiu que o ambiente de segurança tem sido positivo, e destacou o caráter pacífico dos angolanos como um factor determinante.Sem descurar de medidas preventivas, Nuno Caldas afirmou que até ao momento o país não ten registado grandes preocupações, sublinhando que Angola “é um país de paz” e que os cidadãos têm demonstrado elevado civismo nas deslocação massivas de fiéis provenientes dos vários pontos do país
Elogio ao papel dos jornalistas
Nuno Caldas Albino aproveitou ainda a ocasião para enaltecer o papel da comunicação social na cobertura da visita papal, ao classificar os jornalistas como os “grandes guerreiros”.
O responsável reconheceu o esforço dos profissionais em levar a informação aos cidadãos e destacar a importância do evento, tendo reiterado o apoio institucional aos órgãos de comunicação social.
“São os jornalistas que têm garantido que esta mensagem chegue a todos os angolanos, valorizando a dimensão e o significado desta visita histórica”, concluiu.O Papa Leão XIV encontra-se na vila da Muxima onde orienta a oração do terço.









