O ministro de Estado e Chefe da Casa Militar, Francisco Furtado, descartou, nesta quarta-feira, 16, em Benguela, ao proceder ao balanço da visita do PR a Benguela, a possibilidade de o Governo recorrer a apoio internacional e sustenta que o país está à altura para dar resposta à preocupação das vítimas, citando, a título de exemplo, o facto de, em pouco tempo (setenta e duas horas), terem sido mobilizadas milhares de toneladas de bens, entre alimentares e outros, para permitir o reassentamento das populações afectadas em Benguela.
Governo não revela valores orçamentais previstos para atender às vítimas das cheias, ocorridas no último domingo, 12, argumentando que o país tem condições para atender à situação vigente. O ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do PR, Francisco Furtado, sublinhou, quando questionado se havia necessidade de acenar para apoio internacional, que Angola já provou que é capaz, ao vincar que, em 72 horas, só o Executivo Central mobilizou para a província de Benguela mais de mil toneladas de meios para apoio às populações sinistradas.
A essas – como disse – juntam-se as 700 toneladas doadas por empresas, ao ter destacado uma que colocou à disposição do Governo para apoio às famílias sinistradas 500 toneladas de meios alimentares e higiene. “Seja qual for a dimensão, estamos a ter uma solidariedade nacional para com a província de Benguela. É assim que o país tem que estar”, defende.
De acordo com Francisco Furtado, dado o risco de a província de Benguela voltar a registar casos de cólera, em virtude das inundações, o Governo, por via do departamento ministerial afim, o da Saúde, traçou um programa tendente à mitigação do saneamento básico e assegura material suficiente. Realça que o Ministério da Saúde canalizou para a província 49 toneladas de meios médicos tanto para apoio aos sinistrados quanto para o combate à cólera. “Agora vamos é trabalhar. Mãos à obra”, apela.
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Por: Constantino Eduardo, em Benguela









