A indústria pesqueira, na província do Namibe, produziu 18 mil e 468 toneladas de pescado diverso, no primeiro trimestre de 2026, o que representa um decréscimo de 59% com relação ao período homólogo de 2025, que foram capturadas 44 mil e 896 toneladas.
A informação foi avançada esta quarta-feira, 15, pelo director do gabinete provincial das pescas, Piedade Goanhe, sublinhando que a redução deve-se à questões climáticas, concretamente a água das chuvas que alimentaram os rios, que por sua vez desaguam no mar.
De acordo com o responsável, citado pela ANGOP, no período em análise, destacaram-se as capturas de sete mil e 772 toneladas de carapau, mil e 603 de cavala, duas mil e 774 de cachucho, 203 de corvina, 913 de caranguejo, entre outras espécies.
Quanto à produção do sal, o director informou que durante o período em referência, três empresas do sector salineiro produziram mil e 657,5 toneladas.
No que concerne às exportações, Piedade Goanhe afirmou que foram exportadas 162 mil quilogramas de pescado diverso, sendo 140 mil de peixe cavala e 22 mil de polvo, cujo destino foi a República Portuguesa, permitindo arrecadar mais de 273 mil euros.









