À coordenação do jornal opaís, saudações e votos de óptima disposição! nos últimos dias, quem circula pelos zangos, na província de icolo e bengo, depara-se com muito lixo nas vias e no interior dos bairros.
Fala-se que a empresa de recolha de resíduos sólidos terá perdido o contrato. Isso está a deixar os cidadãos completamente agastados. Acto contínuo, pode-se passar pelas zonas mais famosas do zango; o cenário é o mesmo. com estas chuvas, pode- se inferir que os nossos “primos”, o paludismo e a malária, vão atacar com força.
No zango 8 Mil, o cenário é o mesmo há meses. Retiraram os contentores e os moradores deitam o lixo no chão, ou seja, nos espaços apropriados para jardim. A centralidade está a cheirar mal, muito mal! alguns moradores, mesmo fazendo campanhas, não sabem onde depositar o lixo recolhido.
No entanto, isso volta a ser repetitivo no dia seguinte. Está demais! o que mais me espanta é o silêncio local das autoridades. O governador de Icolo e Bengo, auzílio jacob, nada diz sobre o que se está a passar.
Tudo indica que está a enterrar a cabeça na areia. Mas saiba que, quando os casos de paludismo e malária aumentarem nos Zangos, não diga que não se avisou, porque o lixo e a água das chuvas são irmãos “siameses”. E depois não explica o que é óbvio. Socorro!
POR: Firmino Nduka, Vila de Viana









