A pesar dos esforços empreendidos pelo Executivo, o índice de sinistralidade rodoviária continua a preocupar o país. Acidentes por atropelamento, colisão de veículos, motociclos, despistes seguidos de capotamento têm sido os mais frequentes. Deste modo, o programa de prevenção rodoviária deve ser mais rígido.
Acidente zero nas estradas do país é que se quer. Protege vidas humanas. As autoridades vão reforças as medidas. Por conta dos registos, a instalação de radares e a aplicação de dispositivos para o controlo de condução sem o consumo de bebidas alcoólicas serão a dobrar nos próximos tempos.
Assim, para melhor sensibilização, importa criar uma equipa multidisciplinar. A família, primeira célula de desenvolvimento social, a escola e outras instituições serão parte deste processo.
Na primeira sessão ordinária do Conselho Nacional de Viação e Ordenamento do Trânsito (CNVOT), orientada pela Vice-presidente da República, Esperança da Costa, o comandante-geral da Polícia Nacional, Francisco Ribas, frisou que se registaram 1558 mortes nos últimos seis meses.
Durante o certame, o comissário-geral destacou que as causas dos acidentes estiveram associadas ao excesso de velocidade, fadiga, sonolência e o não uso do cinto de segurança por parte de passageiros e utentes.









