A crise interna no partido humanista angolano (PHA) persiste com profundas divergências entre a presidente Florbela Malaquias e membros da Comissão política, apesar da mediação do Tribunal Constitucional
As disputas envolvem acusações de má gestão, suspensões cruzadas de membros e batalhas judiciais para destituir a liderança, enfraquecendo a imagem do partido face aos desafios eleitorais que se avizinham.
Numa tentativa de promover a conciliação entre os membros do partido, a juíza conselheira presidente do Tribunal Constitucional, Laurinda Prazeres, convidou e recebeu, na passada Quinta-feira, 2 de Abril, a presidente do Partido Humanista Angolano, Florbela Malaquias e os membros da sua Comissão Política, numa acção de aconselhamento institucional e de mediação do conflito, com vista à reposição do normal funcionamento da referida formação, porém, a mediação não produziu os resultados esperados, com queixas de falta de diálogo.
O encontro realizou-se na sequência da conferência de apreciação preliminar dos processos interpostos junto do Tribunal Constitucional pelas partes em conflito, realizada no passado mês de Março, durante a qual os juízes conselheiros deliberaram pela promoção de um encontro entre as partes, com o objectivo de melhor compreender as motivações e os fundamentos subjacentes aos processos submetidos àquela instância.
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