Governador de Benguela lembra que a deficiência no saneamento básico propicia doenças como a cólera, que, em 2025, fustigou a província. Manuel Nunes Júnior procedeu, recentemente, à entrega de quatro camiões compactadores e outros meios destinados à recolha de lixo aos municípios do litoral, ciente de que o interior carece de meios rolantes para também os combater, de modo que, como o próprio diz, se tenha “um ambiente mais adequado para a vivência”
Alguns municípios do litoral, nomeadamente Benguela, Baía-Farta, Catumbela, Navegantes e Lobito, têm-se debatido, nos últimos tempos, com problemas de saneamento básico, contrariando, de resto, um cenário de eficiência na recolha de resíduos sólidos de há anos.
Dados em posse deste jornal sustentam que, num passado recente, a província já chegou a disponibilizar parte considerável do seu orçamento, aí na ordem dos 40 por cento para tornar as cidades mais limpas.
Nos dias que correm, tal como tinha admitido o governador de Benguela, Manuel Nunes Júnior, quando abordado por este jornal, os recursos ficam muito aquém daquilo que se pretende.
Ante a insistência deste jornal, o governante não conseguiu precisar o orçamento destinado ao lixo. Os administradores municipais com quem este jornal contactou admitiram que, em relação a este dossier, a entidade responsável a responder era o Governo Provincial de Benguela, não fosse aquele que se encarrega das contratações de empresas.
Por: Constantino Eduardo, em Benguela








