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Angola e EUA reafirmam parceria estratégica com foco na segurança regional e investimentos

Neusa Felipe por Neusa Felipe
3 de Março, 2026
Em Política, Última Hora

O Presidente da República, João Lourenço, recebeu esta Segunda-feira, 2, em Luanda, a encarregada de negócios dos Estados Unidos da América em Angola, Shannon Nagy Cazeau, que reafirmou o carácter estratégico da relação bilateral entre os dois Estados, assente nos eixos da prosperidade económica, segurança e promoção da paz

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No final da audiência, a diplomata sublinhou que Angola é vista por Washington como um parceiro “fundamental” na construção de um futuro mais seguro e próspero, destacando o papel crescente do país na liderança regional.

Explicou que a reunião integrou o diálogo político regular entre os dois Estados e permitiu aprofundar temas estruturantes da cooperação, com destaque para a segurança regional e o papel de mediação de Angola na região dos Grandes Lagos. Shannon Nagy Cazeau sublinhou o alinhamento entre Luanda e Washington relativamente aos esforços diplomáticos para a estabilização do Leste da República Democrática do Congo, no quadro dos entendimentos alcançados em Washington, ao referir que os Estados Unidos acompanham e valorizam a liderança angolana nesse processo.

A diplomata realçou igualmente a dimensão económica da parceria, tendo apontado o Corredor do Lobito como exemplo concreto da aposta conjunta na integração regional, na diversificação económica e na consolidação de cadeias globais de fornecimento aos minerais críticos, elementos estratégicos para a transição energética.

Acrescentou que a cooperação bilateral continuará a privilegiar áreas como energia, infra-estruturas, saúde pública, defesa e desenvolvimento sustentável, reforçando a visão de longo prazo da relação entre os dois países.

Turquia propõe transferência de tecnologia e produção local no sector da defesa

Também recebido pelo Chefe de Estado, o embaixador da República da Turquia em Angola, Muhammet Mustafa, afirmou que a audiência incidiu sobretudo no aprofundamento das relações bilaterais, com particular ênfase na cooperação no domínio da defesa e da indústria militar.

O diplomata explicou que, embora a situação no Médio Oriente tenha sido mencionada, não houve uma discussão detalhada, uma vez que as posições de ambos os governos são públicas e convergentes na defesa do diálogo e de soluções pacíficas para os conflitos internacionais.

Muhammet Mustafa revelou que uma delegação da indústria de defesa turca apresentou ao Presidente da República capacidades tecnológicas no domínio de drones, sistemas de defesa contra drones e produção de armas ligeiras.

Sublinhou que a Turquia está disponível a partilhar tecnologia e experiência acumulada no sector militar, o que inclui a possibilidade de produção e manutenção de equipamentos em Angola, caso haja decisão política nesse sentido.

Afirmou ainda que os recentes desenvolvimentos no Médio Oriente demonstram a importância estratégica do investimento em capacidades próprias de defesa, não apenas como instrumento militar, mas também como factor de soberania tecnológica e desenvolvimento industrial.

O embaixador acrescentou que Ancara está aberta a investimentos futuros no sector da defesa em Angola, defendendo que a cooperação poderá evoluir para uma parceria industrial estruturante.

Angola apela à contenção e ao respeito pelo Direito Internacional no Médio Oriente

E perante a escalada do conflito no Médio Oriente, o Governo angolano manifesta a sua preocupação com os recentes ataques ao Irão e as subsequentes retaliações envolvendo vários países da região. Em declaração oficial, o Executivo angolano manifesta solidariedade para com as vítimas e alerta para os riscos que a intensificação das hostilidades representam para a estabilidade regional e para a paz mundial.

Angola apela à máxima contenção das partes envolvidas, ao respeito pelo Direito Internacional e pelos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, designadamente a soberania, a integridade territorial e a não-agressão.

O Governo angolano defende a primazia do diálogo diplomático e exorta à cessação imediata das hostilidades, como via indispensável para o restabelecimento da paz e da estabilidade no Médio Oriente.

Neusa Felipe

Neusa Felipe

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