A Empresa Portuária do Lobito e a Timoneiro – Sociedade Angolana de Serviços Marítimos, S.A. assinaram, nesta quinta-feira, 26, o contrato que renova a concessão do Serviço Público de Reboque daquela infraestrutura portuária da província de Benguela.
O acordo temporal do aludido contrato tem a duração de 15 anos, o que garante a continuidade, a modernização e o reforço da segurança das operações marítimas que são executadas naquela unidade portuária.
Com início efectivo a partir de 17 de Maio do ano em curso, o contrato marca, assim, o arranque de um novo ciclo de concessão de um serviço considerado vital para as manobras de atracação, desatracação e movimentação segura dos navios, influenciando os tempos de operação, a mitigação de riscos e a competitividade do Porto do Lobito.
Durante a cerimónia de assinatura, segundo soube OPAÍS, o presidente do Conselho de Administração da Empresa Portuária do Lobito (E.P.), Celso Rodrigues de Lemos Rosa, destacou o acto como um momento bastante relevante para o desenvolvimento da empresa que dirige.
“O acto que hoje celebramos insere-se numa etapa determinante do percurso de consolidação institucional do Porto do Lobito”, considerou.
Enfatizou que “o serviço público de reboque é uma função crítica na dinâmica portuária. É ele que assegura o controlo das manobras, precisão nas operações e que mais contribui para a fluidez e a competitividade do nosso terminal”.
De acordo com o Gabinete de Comunicação Institucional e imprensa do Porto do Lobito, nos termos contratuais, a concessionária assume obrigações técnicas, operacionais e ambientais, o que também inclui a implementação de um plano de investimentos destinados à aquisição progressiva de novos meios navais, num modelo que promova o equilíbrio entre sustentabilidade económica e o fortalecimento da capacidade operacional.
O presidente do conselho administrativo acrescentou, ainda, que “este novo ciclo contratual, com início a 17 de Maio de 2026 e duração de 15 anos, traduz estabilidade, segurança jurídica e responsabilidade partilhada, no âmbito do modelo Porto Senhorio”.
Na ocasião, Diogo Carreira, CEO da Timoneiro, considerou a revigoração da concessão como um voto de confiança na capacidade técnica e operacional da empresa que lidera, reafirmando o compromisso com a modernização contínua da frota e a qualificação permanente dos seus quadros.








