O secretáriode Estado para o Petróleo e Gás, José Barroso, reafirmou, nesta Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2026, em Luanda, o compromisso do Executivo de assegurar o apoio institucional necessário para que a Sonangol cumpra a sua missão com zelo, responsabilidade e alinhamento com as prioridades do Executivo
Ao discursar na abertura da conferência de imprensa da Sonangol, alusivo aos 50 anos daquela empresa petrolífera, José Barroso sublinhou que, do mesmo modo que o Executivo garante o seu apoio à instituição, também manterá uma postura de exigência para que o avanço da empresa se consubstancie no avanço do país. De acordo com o secretário de Estado, a comemoração do quinquagésimo aniversário da Sonangol representa cinco décadas de dedicação contínua, de perseverança institucional e de contributo determinante ao serviço de Angola.
“No decurso de cinco décadas, a Sonangol ultrapassou a dimensão estritamente empresarial, afirmando-se como um instrumento essencial de afirmação da soberania nacional, um dos principais pilares da economia angolana e um espaço de formação e valorização do capital humano”, considerou.
José Barroso destacou o papel decisivo que a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola desempenhou, quer em momentos bons como nos mais exigentes, na sustentação da economia, na dinamização das cadeias produtivas, na qualificação de quadros e na consolidação do sector energético como eixo estruturante do desenvolvimento nacional.
“Fundada em 1976, no período crítico pós-independência, com a visão estratégica de assumir a gestão e desenvolvimento dos recursos petrolíferos de Angola, tornou-se rapidamente o principal motor da economia nacional”, afirmou.
Entretanto, não obstante aos bons feitos realçados, segundo o secretário de Estado, torna-se imperioso que a Sonangol “mergulhe” nas constantes transformações que o sector energético vem sofrendo, de modo a superar a condição de empresa petrolífera tradicional para se posicionar, de forma firme e sustentada, como uma empresa integrada de energia.
“As prioridades são, por isso, concretas e inadiáveis. É importante reforçar a capacidade nacional de refinação, reduzir a dependência de importações e proteger a economia nacional.








