A fábrica de processamento de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Angola LNG, localizada no município do Soyo, província do Zaire, vai paralisar temporariamente as suas operações, a partir de 01 de Julho, para trabalhos de manutenção geral com duração prevista de 32 dias.
A informação foi prestada esta Segunda-feira à ANGOP pelo administrador municipal adjunto do Soyo para a Área Técnica, Infraestruturas e Serviços Comunitários, Adelino Kai.
Segundo o responsável, técnicos da empresa realizaram, recentemente, um encontro alargado com as autoridades locais e representantes da sociedade civil, durante o qual foi anunciado o encerramento temporário da unidade industrial para a realização da manutenção programada.
Adelino Kai referiu que esta será a terceira paralisação geral desde a entrada em funcionamento da planta, em 2012, depois das realizadas em 2018 e 2022, cumprindo um ciclo de manutenção quadrienal.
O administrador adjunto assegurou ter recebido garantias de que a empresa elaborou um plano de contingência de gestão ambiental, com vista a prevenir eventual poluição atmosférica resultante da queima de parte do gás fornecido à planta durante o período de intervenção.
Explicou que se trata de um processo necessário para garantir maior desempenho, fiabilidade e segurança dos equipamentos, assegurando melhores níveis de operacionalidade da unidade.
Para o efeito, foi criada uma comissão conjunta encarregue de monitorar esta etapa da paralisação da produção. A planta da Angola LNG tem capacidade instalada para produzir até 5,2 milhões de toneladas de GNL por ano.
Actualmente, a produção média situa-se em cerca de 70 por cento da capacidade operacional, o equivalente a aproximadamente 700 milhões de pés cúbicos de gás por dia, havendo a previsão de se atingir o pico de produção ainda no decurso do presente ano. O projecto Angola LNG integra as empresas Chevron, TotalEnergies e Sonangol.









