À coordenação do jornal O PAÍS, votos de óptima sexta- feira! Após a demolição das barracas que estão à beira da estrada, no Zango III e arredores, província de Icolo e Bengo, a Administração Local voltou à carga.
Os pequenos focos de venda informal, no local, continuam a ser combatidos pelas autoridades. A ideia, pelo que se ouviu, é acabar com a venda informal e reordenar o comércio forma, Há mercados nas cercanias do Zango III, para além do IV, mas mesmo assim os vendedores preferem aquela zona, a última paragem. A ideia da Administração Local naquela circunscrição é a de os mercados serem ocupados pelas vendedeiras.
Por isso, não há outra solução senão as normas da administração e regressarem aos mercados para melhor imagem do Zango III. É importante realçar que o mercado do Zango I tem sido exemplo e não se vende fora dele. As pessoas estão educadas, e é isso que se pretende noutros locais do Zango III e IV.
Assim sendo, penso que a comunidade também tem uma certa responsabilidade nisso, porque não é possível conviver e viver na anarquia. Aliás, a ordem social é algo que faz bem a todos e não se pode colocá-la em causa. Para o Zango, segundo a Administração Local, melhores dias virão, visto que é uma zona com potencial para a atracção de turistas. Isto mostra que não se pode deixar que a anarquia seja um facto, tal como aconteceu noutro tempo.
No Zango III, a ordem é uma das coisas que merece destaque, incluindo a venda ilegal de terrenos. Muitos litígios mal resolvidos têm deixado funcionários da dministração local e os particulares em águas de bacalhau e não só.
POR: Vita Mendaco, Vila de Viana









