Há cerca de quatro meses, desde o início da nova época agrícola, camponeses da província de Icolo e Bengo clamam pela queda das precipitações, devido aos gastos elevados que têm feito diariamente para assegurar a produção
A equipa de reportagem do jornal OPAÍS deslocou- se até ao municípios de Catete, sede da província, e do Calumbo, onde constatou as dificuldades que os mesmos têm enfrentado, numa altura em que não chove desde o ano passado naquela localidade.
De acordo com o presidente da Cooperativa Agropecuária dos Camponeses e Ex-militares de Mazozo, em Catete, Arlindo Diogo, a situação, além de provocar erosão ao solo, o que dificulta a produção de certas sementes, também obriga à compra de cerca de 20 litros de combustível diariamente para abastecer a motobomba.
Não obstante ao espaço de cultivo de 640 hectares que controla, que engloba camponeses independentes e uma Escola de Campo, o mesmo encontra-se parcialmente vazio devido à situação de seca, impedindo que se coloque produtos no campo, inviabilizando a arrecadação de receitas.
POR: Flávio da Costa
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