Durante uma reportagem no perímetro, os comerciantes disseram, em declarações ao jornal OPAÍS, estarem a ser injustiçados por serem removidos do local onde estão há anos e que representa o seu único ganha-pão. Já as autoridades do município de Calumbo garantiram que os comerciantes foram comunicados com antecedência e que serão realojados em espaços comerciais mais seguros, sendo que a medida visa devolver a dignidade e a mobilidade à via principal do Zango, que tem sido afunilada com a venda desregrada e desordenada
Desespero, apreensão, incertezas e lamentações marcam a vida de mais de mil comerciantes que operavam nos espaços adjacentes à via principal do Zango 3 e 4. Em causa está o cenário de demolições de um conjunto de estabelecimentos comerciais erguidos naquele perímetro, levado a cabo pela Administração Municipal de Calumbo, província de Icolo e Bengo.
Durante uma reportagem no local, os comerciantes disseram, em declarações ao jornal OPAÍS, estarem a ser injustiçados por serem removidos do local onde estão há anos e que representa o seu único ganha-pão. Entre os principais comércios praticados na zona constavam, com maior destaque, serviços de recauchutagem, oficinas mecânicas, moageiras, lojas, armazéns, marcenarias, lanchonetes e espaços de venda de comida e bebidas.
Conforme constatámos, todos esses estabelecimentos, situados na conhecida parte B, que fica do lado esquerdo para quem entra no Zango, foram deitados abaixo. Na sua maioria, os espaços eram feitos de construções precárias, como chapas, madeira e blocos.
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