Angola, enquanto Estado soberano, defende o multilateralismo. É a união de cinco ou mais países. O objectivo é sempre resolver questões de interesses comuns num mundo cada vez mais globalizado. Por via de instituições como a Organização das Nações Unidas (ONU), União Africana (UA), Banco Mundial e outras, com acções concretas, o objectivo é afastar o unilateralismo.
Assim sendo, o diálogo comum, segurança mútua para dar resposta às crises globais fazem parte da pauta multilateral. É ponto assente que não se deve tomar decisões sem se ter em conta factores geopolíticos. Por força da Constituição, o Presidente da República, João Lourenço, é o rosto da diplomacia angolana.
E com isso vai colocando o país nas plataformas mais importantes das relações de cooperação. Prova disto é o papel de Angola na presidência em exercício da União Africana (UA). Sem sombra de dúvidas, o líder da UA olhou para o continente e definiu a resolução de conflitos e a busca da Paz na RDC como objectivos principais.
E às portas do fim do mandato, o Chefe de Estado angolano, pelo seu desempenho no cargo e noutras áreas da mais lata política dentro e fora do continente africano, foi eleito presidente em exercício da Agência de Desenvolvimento da União Africana (AUDA-NEPAD), sucedendo ao homólogo Abdel Fattah El-Sisi, do Egipto, sendo que prometeu dar continuidade ao trabalho do responsável









