A banca angolana, nomeadamente BCI, Atlântico e Keve, marcam presença entre os dias 9 e 12 deste mês, na cidade do Cabo, África do Sul, na Mining Indaba 2026, um dos encontros mais relevantes para o futuro dos recursos naturais em África.
A conferência reúne governos, investidores internacionais, especialistas e algumas das mais influentes empresas do sector mineiro, com o objectivo de debater temas como inovação, políticas de exploração, sustentabilidade e a transformação dos recursos minerais em motores de desenvolvimento económico.
Nesta edição, a participação dos três bancos angolanos assenta num foco estratégico claro: estabelecer contacto directo com investidores globais, criar sinergias e reforçar práticas alinhadas aos critérios ESG — ambientais, sociais e de boa governação.
O BCI, em particular, destaca-se como parceiro financeiro sólido para projectos de grande escala, apresentando soluções robustas capazes de impulsionar iniciativas estruturantes ao longo de toda a cadeia de valor, desde a exploração até à industrialização dos recursos minerais.
A presença do BCI, Keve e Atlântico reforça ainda uma narrativa mais ampla, que evidencia o esforço de África em transformar o seu vasto potencial mineral em oportunidades concretas de crescimento económico. Essa transformação passa, inevitavelmente, por instituições financeiras preparadas para oferecer modelos de financiamento alinhados às exigências internacionais e que promovam operações mais responsáveis, transparentes e inovadoras.
Num continente que concentra algumas das maiores reservas de minerais estratégicos do mundo, a Mining Indaba 2026 reafirma a urgência de debates sobre diversificação económica, industrialização local e sustentabilidade. É neste contexto que os bancos angolanos se posicionam como agentes essenciais na construção de um sector mineiro mais competitivo, moderno e orientado para o futuro.









