O ministro da Agricultura e Florestas, Isaac dos Anjos, prometeu, recentemente, em Benguela, à margem da inauguração da fábrica de transformação de tomate e frutas, criar, progressivamente, dificuldades à importação de carnes, designadamente de porco, avicultura, bovino e outras, de modo a fomentar a produção interna desses produtos, dado que o país, pelas potencialidades em termos infra-estruturais, dispõe de condições para dar resposta ao consumo interno. Governante rejeita cenário de substituição
O ministro Isaac dos Anjos admitiu que o caminho a ser trilhado, doravante, é o da produção nacional, não havendo, na perspectiva dele, espaço para a importação de produtos como as carnes, face às potencialidades do país. O governante garantiu, num contacto com a imprensa, que “vamos reduzir mesmo a importação.
Paciência é o caminho”, aponta o governante, que não tem interesse em discutir sobre “substituição das importações”, mas prefere acenar para a produção, que é, para já, o principal desafio a que o Governo se propõe.
De acordo com Dos Anjos, não faz sentido “que você me ponha a produzir e, depois, querem que eu venda a um preço compatível com o preço do Brasil”, reprova, realçando que esse país latino-americano já leva 50 anos de produção de carne, com destaque para a avícola (frango), e por conseguinte, dispõe de uma indústria em desenvolvimento e, por isso, tem o preço mais barato do mundo.
POR: Constantino Eduardo, em Benguela
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