No encontro promovido para reflectir o heroísmo dos protagonistas do 4 de Fevereiro e a participação da mulher na política, a secretária-geral da OMA defendeu a necessidade de se trabalhar mais na criação da Lei da Paridade e de alguns instrumentos que possam gerir a projecção da mulher e da sua estabilidade sempre que ela ascender profissionalmente
A Organização da Mulher Angolana (OMA) promoveu, no último fim-de-semana, um encontro de reflexão sobre o 4 de Fevereiro, Dia do Início da Luta Armada de Libertação Nacional.
As militantes da OMA reuniram-se, no Sábado, para reflectir e debater o papel que muitas mulheres consideradas “heroínas da liberdade”, desempenharam no período da Luta Armada, a sua participação na luta pela Independência Nacional, pela reconstrução nacional e pela conquista da paz, bem como a partilha de experiências de como elas conseguiram conciliar a política com a maternidade.
“Falamos da participação da jovem mulher na consolidação da política, da paz e das conquistas que ela vai tendo na política. Falamos das jovens mulheres que estão a ascender na política e da necessidade de haver uma conciliação entre a nova e a velha geração na troca de experiências, naquilo que tem a ver com o acompanhamento, porque os desafios são grandes”, disse.
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