Para o secretário-geral da Federação dos Sindicatos da Administração Pública, Saúde e Serviços, não colhe a justificação de que, por os funcionários da Administração Geral Tributária (AGT) serem como que os guardiões das finanças públicas, merecem salários altíssimos, a fim de que se evitem desvios. A fórmula encontrada por Custódio Cupessala, para se inverter esse quadro, o qual pretende discutir com Governo, é a implementação de subsídios para os funcionários do regime geral, com destaque para os de atavio e transporte
A questão que, de certo modo, tem vindo a preocupar o sindicalista está relacionada com aquilo a que chamou de disparidade nos salários, citando, a título de exemplo, os auferidos por funcionários da Administração Geral Tributária, o qual diz que a diferença é como que “abismal”.
“Não tem sentido algumas instituições ganharem mais do que outras. Estou a falar da AGT”, sinalizou, ao salientar que, neste ano, se vai pressionar o Governo para se inverter o quadro de disparidade salarial. A fórmula encontrada por Cupessala para, de resto, combater essa disparidade é a implementação de mais subsídios, entre os quais o de atavio e de transporte.
“Para tudo isso, teremos que nos encontrar e ter um denominador comum, para que haja uma uniformização de salários. Os subsídios é que vão diferenciar”, sugere.
POR: Constantino Eduardo, em Benguela
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