Um jovem de 29 anos de idade encontra-se detido, na cidade do Lubango, província da Huíla, acusado de ter supostamente cometido o crime de agressão sexual, tendo como vítima a própria madrasta, de 45 anos.
De acordo com informações avançadas hoje à imprensa pelo porta-voz do Serviço de Investigação Criminal (SIC), inspector Segunda Quitumba, o crime terá ocorrido na madrugada do dia 25 de Dezembro do ano passado, quando a vítima se encontrava no interior da sua residência a descansar.
Depois de alegadamente ter cometido o crime mediante uso da força, acrescentou Segunda Quitumba, o acusado colocou-se em fuga. O caso foi apresentado à Polícia pela própria vítima na manhã do dia seguinte, 26 de Dezembro de 2025.
“O Serviço de Investigação Criminal na Huíla (SIC-Huíla) procedeu à apresentação pública de um cidadão de 29 anos de idade, implicado na prática do crime de agressão sexual com penetração, ocorrido contra a sua madrasta, de 45 anos, no dia 25 de Dezembro de 2025, por volta das 00 horas, no bairro Dack Doy”, começou por dizer.
Na manhã seguinte, reforçou, a ofendida dirigiu-se ao piquete, onde formalizou a participação criminal, resultando na imediata abertura de diligências investigativas, culminando na localização e detenção do suspeito.
Ainda hoje, foi igualmente apresentado publicamente um cidadão nacional de 38 anos de idade, também acusado de ter, alegadamente, cometido o crime de agressão sexual contra a sua própria filha, de 16 anos.
O porta-voz do Serviço de Investigação Criminal (SIC) na província da Huíla informou que o pai da menor, que já se encontra detido, é ainda acusado de ter praticado o referido acto por três vezes, em ocasiões diferentes, no bairro Nambambe.
“As investigações apuraram que o primeiro abuso ocorreu no mês de Agosto de 2025, tendo o último registo sido no mês de Novembro do mesmo ano. Constatou-se ainda que os actos ilícitos eram praticados nos períodos em que a mãe da menor se encontrava ausente da residência, sendo a vítima submetida a fortes ameaças de morte, com o objectivo de a impedir de denunciar os factos”, revelou.
POR: João Katombela, na Huíla









