A Administração Geral Tributária (AGT), no âmbito das suas acções de fiscalização e controlo, frustrou a tentativa de contrabando de arroz, associado ao contrabando de combustíveis, acto praticado por uma empresa angolana que tinha a mercadoria em regime de trânsito para a República Democrática do Congo (RDC)
De acordo com a chefe do Departamento do Serviço Aduaneiro do terceiro Serviço Tributário Aduaneiro, Carla Prado, um importador terá declarado o trânsito de 20 contentores de mercadoria como arroz, despachado no Terminal da Sogester, no Panguila, província do Bengo, com destino à República Democrática do Congo (RDC), passando pela instância aduaneira do Luau, província do Moxico.
Entretanto, dos 20 contentores declarados, apenas 10 chegaram ao destino, sendo que os outros 10 atrasavam chegar à fronteira do Luau, o que despoletou suspeita das autoridades aduaneiras, que, tendo iniciado um trabalho de investigação, encontrou a metade dos contentores num estaleiro localizado em Viana.
Surpreendentemente, não continham apenas arroz, mas também bidões vazios, indiciando tentativa de contrabando de combustíveis, de acordo com a chefe do Departamento acima referenciada. Alguns contentores já estavam vazios, presumindo-se que o arroz em sacos de 25 quilogramas foi introduzido no mercado angolano, o que constitui violação grave e abuso ao Estado angolano.
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