Actualmente, os protestos anti-governamentais, que tiveram início no dia 28 de Dezembro, no Irão, já fizeram pelo menos 65 vítimas mortais e cerca de 2.300 detidos. Entretanto, o procurador-geral do estado islâmico, Mohammad Movahedi, avisou, este sábado, 10, que qualquer cidadão que participe em protestos será considerado “inimigo de Deus”, acusação punível com pena de morte.
De acordo com a televisão estatal iraniana, citada no site Notícias ao Minuto, a declaração do procurador Mohammad surge para consolidar as supostas ameaças pelo líder supremo, ‘ayatollah’ Ali Khamenei, de que o país “ia iniciar” uma repressão contra os manifestantes.
Inicialmente, o povo iraniano manifestava contra o custo de vida e a inflação galopante, tendo intensificado-se e transformando-se numa contestação política contra o regime, segundo constatou o jornal OPaís.
A fonte avança, ainda, que na quinta-feira, as autoridades da República Islâmica do Irão desligaram a internet e o sinal de telemóveis em todo o país, supostamente após se desencadear uma grande manifestação em Teerão e depois de terem sido publicados nas redes sociais vídeos que mostravam uma multidão em protesto.
No entanto, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, por intermédio das suas redes sociais, afirmou que a América volta a apoiar os manifestantes.
”Os Estados Unidos apoiam o bravo povo do Irão”, reforçou.
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