Encerrado mais um ciclo anual, os angolanos começam a preparar metas e a analisar o que de bom e de mau ocorreu ao longo do ano findo. Entretanto, este jornal saiu à rua e ouviu dos citadinos que momentos marcaram o 2025 e o que esperam do 2026
Francisco Cipriano, 61 anos, reformado, Golf II: Foi um ano não muito bom para mim e, de melhoria, este 2025 não teve muita coisa. A subida dos preços, entre outros, só prejudicou mais a vida da população. A melhoria dos hospitais públicos é um ponto positivo a ser destacado, porém, há ainda uma necessidade de se melhorar o atendimento, senão apenas teremos paredes. Em suma, não adquiri nada além da saúde e da vida que tenho. Acredito, no entanto, que 2026 será melhor que este.
Mariana de Sousa, 29 anos, cabeleireira, Cazenga: Como coisas boas, não podemos falar de 2025 sem mencionar a iluminação nas estradas, a água nalgumas zonas e o saneamen- to básico. Em contrapartida, faltou emprego para os jovens, pelo que houve muitos acidentes e violações. Sendo assim, para o próximo só espero que possamos beneficiar de mais empregos, que haja melhoria no saneamento básico e uma significativa diminuição da criminalidade, porém auguro que todos, em especial os jovens, lutemos mais pelo que é nosso, porque nada é dado de mão beijada.
Francisco Silva, 44 anos, motorista de transporte público, Icolo e Bengo: Oano de 2025 foi uma luta imensa, difícil de ultrapassar. Resta-nos apenas agradecer a Deus pela dádiva da vida e pedir que nos ajude a entrar em segurança. Ainda precisamos melhorar em alguns aspectos, nomeadamente os transportes, a energia elétrica, a água, a saúde e a educação, logo, que em 2026 possamos viver o melhor e tudo aquilo que não conseguimos alcançar. Outrossim, há a necessidade de deixar um conselho aos jovens para que, no ano que se avizinha, saibam ter estabilidade emocional e escolher as com- panhias, para não testemunharmos novamente muitas catástrofes que ouvimos que envolvem a camada juvenil.
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