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Angola apontada como motor da energia limpa no continente africano

Jornal OPaís por Jornal OPaís
10 de Novembro, 2025
Em Economia

A Forvis Mazars Group apresentou, recentemente, na Cidade do Cabo, África do Sul, o relatório “Powering Africa’s Future”, que analisa as principais tendências energéticas no continente africano que destaca Angola como um dos protagonistas da transição energética do continente

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Com avanços significativos na diversificação da sua matriz eléctrica e no aproveitamento de energias renováveis, estudo reconhece Angola como um dos maiores produtores de petróleo e gás em África, enquanto valoriza os esforços do país na promoção de uma energia mais limpa, sustentável e inclusiva.

De acordo com o relatório, Angola conta com cerca de 9 mil milhões de barris de reservas provadas de petróleo e 11 triliões de pés cúbicos de gás natural. Em 2024, foi o segundo maior produtor de petróleo em África, com 18% da produção total produzida no continente africano, apenas atrás da Nigéria com 22% e à frente da Argélia com 16%.

O sector petrolífero continua a ser o motor da economia nacional, representando cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) e empregando directamente 36 mil trabalhadores. Entre 2019 e 2024, o país atribuiu 32 concessões petrolíferas, com investimentos acumulados superiores a 18 mil milhões de dólares. No sector da electricidade, Angola tem dado passos firmes na transição energética, apostando fortemente no aproveitamento dos seus vastos recursos hídricos.

A barragem de Laúca (2,07 GW) atingiu plena capacidade em 2023, enquanto Caculo-Cabaça (2,17 GW) está em vias de se tornar a maior central hidroeléctrica de África. Actualmente, mais de 70% da electricidade gerada no país provém da hidroenergia, colocando Angola entre os líderes regionais em produção de energia limpa.

A capacidade instalada de geração eléctrica atingiu os 6,3 GW em 2024, com metas ambiciosas para alcançar 9,64 GW até 2027, no âmbito da estratégia “Angola Energia 2025”, que também contempla projectos solares, eólicos e de biomassa.

Apesar dos avanços, persistem desafios significativos. A taxa de acesso à electricidade é de 51,1%, com fortes disparidades entre zonas urbanas (43%) e rurais (<10%). O relatório sublinha a importância de acelerar os projectos de electrificação, especialmente em zonas remotas, e de investir em soluções fora da rede (off-grid).

Embora países como a Nigéria, Argélia e Egipto apresentem maiores volumes de produção e refinação, Angola destaca-se como um dos líderes regionais em potencial hidroeléctrico e em transição para fontes de energia renovável, assumindo um papel estratégico no futuro energético de África. “Num sector em rápida transformação, os nossos clientes procuram clareza e confiança”, afirmou Paulo Moreira, Diretor Geral da Forvis Mazars Angola.

“A nossa missão é transformar a complexidade regulatória e de mercado em oportunidades de investimento sustentável em África”. Acrescentou ainda que, “Angola está a viver uma mudança transformadora no sector eléctrico e das renováveis e o país tem todas as condições para se afirmar como líder regional na produção de energia limpa e na atracção de investimento sustentável.”

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