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Trump bate recorde e enfrenta a mais longa paralisação do governo na história dos EUA

Jornal OPaís por Jornal OPaís
6 de Novembro, 2025
Em Mundo

A actual paralisação do governo dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, continua pelo 36.º dia consecutivo e já bateu o recorde de duração

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Na última semana, o Senado norte-americano falhou pela 14ª vez em aprovar um projecto de financiamento temporário. O novo ano fiscal começou em 1º de Outubro, mas o Congresso não conseguiu aprovar o orçamento, o que paralisou parte das atividades do governo federal.

Esse tipo de shutdown implica a interrupção dos serviços de órgãos úblicos financiados directamente pelo Legislativo até que um novo orçamento seja aprovado. O shutdown mais longo anterior durou 35 dias, de 22 de Dezembro de 2018 a 25 de Janeiro de 2019, também durante o primeiro mandato de Trump.

O principal impasse entre democratas e republicanos é sobre o financiamento do sistema de saúde criado pela lei de assistência aprovada no governo Barack Obama. Os democratas defendem a prorrogação dos benefícios como condição para reabrir o Governo, argumentando que a sua suspensão aumentaria os custos médicos de milhões de cidadãos.

Os republicanos, por sua vez, afirmam que o tema deve ser tratado separadamente e exigem a retomada das actividades governamentais antes de qualquer negociação sobre a reforma da saúde.

O analista político norte-americano Keith Preston afirmou à Sputnik que a busca por culpados é apenas uma encenação política: “Metade da população culpa o presidente, a outra metade culpa o Congresso.

O establishment mantém a ilusão de legitimidade, transformando os cidadãos em espectadores de uma disfunção partidária”. Trump disse que pretende aproveitar o período de paralisação para realizar cortes em massa no funcionalismo e eliminar programas impopulares entre republicanos. Além disso, culpou os democratas pela falta de acordo orçamentário.

Consequências econômicas da paralisação

De acordo com uma pesquisa da YouGov/CBS, quase 90% dos norte-americanos estão preocupados com os efeitos do shutdown. Empresas que dependem de contratos federais já relatam queda de receitas.

Nos aeroportos, a falta de controladores de tráfego aéreo tem provocado atrasos de vôos, e o secretário de Transportes, Sean Duffy, alertou para um possível colapso no sistema aéreo caso o shutdown continue durante o aumento de viagens em Novembro.

A paralisação também afecta o sector de turismo, com parques nacionais e museus fechados e redução de vôos, que diminui reservas em hotéis e casinos. Centenas de empresas do sector pediram ao Congresso que encerre imediatamente o impasse.

“O verdadeiro problema não é o transtorno momentâneo, mas a crença de que os cidadãos precisam sofrer sempre que o governo central interrompe o seu movimento administrativo infinito”, analista concluiu.

O shutdown ainda atinge 42 milhões de norte-americanos que dependem de cupons de alimentação. O governo informou que só poderá garantir metade do orçamento do programa em Novembro, e os fundos de emergência devem esgotarse até ao fim do mês.

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