À coordenação do jornal OPAÍS, votos de óptima sexta-feira! Nos últimos tempos, apesar de algumas campanhas de vacinação contra a raiva, nota-se muito cão vadio a andar pela cidade.
Os donos nunca aparecem. Normalmente são rafeiros, e estes não se sabe ao certo se têm as vacinas em dia ou não. O certo é que muitas vezes atacam. Há dias, uma jovem que saía do serviço foi atacada no passeio do IMEL.
Para o meu espanto, é que muitos jovens estavam a rir-se. Não tinham noção do perigo que a mordidela poderá causar à jovem, que nem sequer abusou ou meteu-se com o cão vadio.
As autoridades devem ser acutilantes quanto à recolha de cães vadios e outros animais domésticos que circulam pela cidade. Daqui a dias começam as aulas e muitas crianças circulam pela cidade.
Os animais agem por instinto. Se não estiverem vacinados, será um caos. Por isso, não se deve ignorar esses sinais, porque a raiva é uma doença que mata seja quem for, e a sua vacina, muitas vezes, não aparece com facilidade.
Os cães vadios que circulam pela cidade devem ser levados em locais próprios, porque eles muitas vezes são deixados pelos seus donos na cidade. Condições para os alimentar têm sido o problema.
No entanto, são levados em zonas distantes para depois serem abandonados. A situação é tão extrema que, mesmo assim, a sensibilidade deixou de ser a bandeira da convivência social. Heitor Mbunga, Vila de Viana