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É de hoje… Angolanos para todos os gostos

Dani Costa por Dani Costa
3 de Julho, 2025
Em Opinião

Lembro-me de ter visto uma reportagem, ainda no ano passado, sobre a imigração africana no Brasil, um país onde recorrem com muita frequência angolanos que pretendem mudar de vida noutros palcos.

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À semelhança do que se vê noutras paragens, nas terras do Samba também se apontava o dedo para alguns males que algumas comunidades transportavam, muitas delas abomináveis.

Quando os repórteres entrevistavam os imigrantes africanos, alguns deles identificavam-se como sendo angolanos, isto é, nascidos em Angola, crescidos em determinadas áreas da capital do país, mas a verdade é que não conheciam o mínimo do que diziam saber.

Sem quaisquer esforços, via-se que muitos deles eram provenientes de outros países africanos, mas se exibiam com passaportes angolanos. Depois de terem deixado os seus países de origem, era – ou ainda tem sido – a partir do solo angolano que procuram atingir outros países na Europa e na América, mas desta vez com documentação adquirida de forma ilegal em repartições ou serviços do próprio Estado.

Há duas semanas, através das autoridades norte-americanas em Luanda, foi detido um cidadão nigeriano que pretendia imigrar para os Estados Unidos. Infelizmente, fazia-se apresentar com um passaporte angolano, que se presume falso.

Devido à permissividade que se assistiu durante anos nos Serviços de Migração e Estrangeiros (SME), adquirir a nacionalidade angolana foi, até pouco tempo, um expediente usado por alguns para se enriquecerem, esquecendo-se que ao mesmo tempo se estava a vender o país a indivíduos sem quaisquer escrúpulos, alguns dos quais presumivelmente com cadastro nos seus verdadeiros países de origem.

E aos poucos nos vamos apercebendo de uma diáspora angolana que nem sequer Angola conhece e não tem qualquer ligação. Mas qualquer acção negativa que façam se imputará sempre ao país pelo facto de se exibirem com documentação atribuída a troco de uns míseros dólares ou kwanzas por alguns vendedores da pátria.

Em entrevista numa rádio da capital, o embaixador de Angola nos Estados Unidos, Agostinho Van-Dúnem, falou da existência de cidadãos naquele país que se apresentam como angolanos, mas com recurso a documentos obtidos de forma fraudulenta.

Não nos espantemos se entre os repatriados que chegarem ao país nos próximos tempos venham muitos sem qualquer ligação umbilical ao país, mas que o usaram apenas como palco para a obtenção de uma nacionalidade que lhes conferisse um novo status.

Só que, para tal, tiveram que incorrer em crimes, cujos parceiros ainda campeiam em muitas instituições do Estado. Pena é que poucos são aqueles punidos por crimes que vão comprometendo a imagem do país.

Apesar dos foguetes que se lançam sobre determinadas figuras envolvidas nos processos, o tempo demonstra posteriormente que a culpa ainda continua a morrer solteira, mas do lado contrário aumentam as denúncias de cidadãos de outras paragens com documentos angolanos, sobretudo passaporte.

Dani Costa

Dani Costa

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