OPaís
Ouça Rádio+
Ter, 28 Abr 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Especialistas refutam tendência de assimilação em vez de integração da Inteligência Artificial

Alberto Bambi por Alberto Bambi
26 de Junho, 2025
Em Sociedade

O ponto de partida e a disposição de meios tecnológicos são determinantes no processo de integração da Inteligência Artificial, no entender dos mesmos, para quem nós é que devemos ditar as regras e a ética

Poderão também interessar-lhe...

Proágua vai instalar três novas estações compactas para reforçar abastecimento de água em Luanda

Sogester assume gestão dos terminais de passageiros e cargas dos portos de Cabinda e Soyo

PGR preocupada com a superlotação na cadeia central do Lubango

O director do Observatório Político e Social de Angola (OPSA), Sérgio Calundungo, defendeu a necessidade de o mundo ter uma capacidade crítica à Inteligência Artificial (IA), sob pena de os países mais desenvolvidos imporem a sua lógica de assimilação aos países de povos menos desenvolvidos, em vez da lógica da integração.

Sérgio Calundungo, para quem a IA não é tão neutra como muitas vezes se pretende fazer crer, ao se assimilar, vai-se adoptar maneiras, formas de olhar de quem está na zona de conforto e vantagem e de como se vai transferir à inteligência artificial todo aquele património cultural, idiossincrático, valores e costumes de quem está nas zonas de desvantagem.

Ele realçou que a inteligência artificial também nos pode dar dados pouco inclusivos, porque há países ou pessoas, no mundo, que não têm o poder de controlar, de decidir o que vai ser e para que propósito vão fazer.

A título de exemplo, o director da OPSA pediu para se imaginar uma criança de cinco ou seis anos de uma família que tenha nascido em Talatona (Luanda) e outra da mesma idade, que nasceu em Mavinga (Cuando).

“As duas nasceram num contexto de Inteligência Artificial, com todas as possibilidades que esse mecanismo pode dar. O que vai acontecer é que a criança que vive no Talatona estará exposta, tendo um nível de educação e de saúde, longe dos problemas de insegurança alimentar, que pode acabar por comprometer os níveis cognitivos e provavelmente, numa era de I.A, terá melhores condições para potencial desta ferramenta poderosíssima, se comparada à criança que vive em Mavinga”, avaliou.

O problema não é, necessariamente, da I.A, mas que não se está a partir de pontos iguais. Sérgio Calundungo recomenda haver aí um pouco de decisão de políticas públicas para corrigir isso e uma vontade, além de uma série de políticas públicas que permite tirar vantagem de uma ferramenta potencial, para acudir isso.

Mas também aconselha um olhar crítico a que tipo de sociedade, porque o que vai acontecer é alargar-se o fosso entre um e outro. “Outro exemplo é que todos nós nascemos de uma cultura pouco inclusiva, daí que, quando vemos o deficit das questões de segurança, é normal que nos esqueçamos de ser multi-inclusivos”, referiu-se.

Para a jornalista Janeth Meiodia, o relatório actual sobre a inteligência artificial denota ainda uma preocupação de desigualdade. “São questões sobre as quais vamos ainda falar, durante muito tempo. Há evoluções.

A inteligência artificial pode ser muito benéfica, mas tem a questão do isolamento, pois até a diversão, por meios tecnológicos, é feita com pessoas que estão distantes, deixando de lado as mais próximas com as quais se pode entreter, directamente.

Olhá-la como auxílio para o desenvolvimento

Lucilene Fortes diz que a inteligência artificial deve estar na base da humanidade, defendendo, igualmente, que a tecnologia ou a inovação deve estar ao serviço das sociedades ou das comunidades e, sobretudo, centrada no ser humano. “Sinto que, mais uma vez, nós estamos a ficar um pouco para trás, pois o Norte está a decidir as regras em relação à inteligência artificial e à sua adaptabilidade e cá ainda temos receio dos impactos negativos”, frisou.

Referiu que, há dez anos atrás, quando surgiram as redes sociais, ainda não se ouvia falar da inteligência artificial e que, há mais de 50 anos, quando surgiram as Tv´s, também já se tinha o risco do isolamento.

“A minha proposta é olharmos para a inteligência artificial como aliado, como um auxiliador do desenvolvimento humano e não como uma tecnologia pósapocalíptica. É uma tecnologia que vem para ajudar, mas não vem sozinha. Nós devemos ditar as regras e a ética.

Alberto Bambi

Alberto Bambi

Recomendado Para Si

Proágua vai instalar três novas estações compactas para reforçar abastecimento de água em Luanda

por Jornal OPaís
28 de Abril, 2026
PEDRO NICODEMOS

O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, garantiu a instalação de três novas estações de tratamento de água...

Ler maisDetails

Sogester assume gestão dos terminais de passageiros e cargas dos portos de Cabinda e Soyo

por Romão Brandão
28 de Abril, 2026

A empresa Sogester passou a gerir os terminais de passageiros e cargas dos portos de Cabinda e do Soyo, na...

Ler maisDetails

PGR preocupada com a superlotação na cadeia central do Lubango

por Jornal OPaís
28 de Abril, 2026

A Procuradoria-Geral da República na província da Huíla mostrou-se preocupada com a existência de superlotação na cadeia central do Lubango,...

Ler maisDetails

IESA espera que cruzada evangelística obrigue a quem «roubou dinheiro do Estado» a confessar

por Jornal OPaís
28 de Abril, 2026

O presidente da Igreja Evangélica Sinodal de Angola, reverendo Dinis Marcolino Eurico, afirmou, em conferência de imprensa, que a cruzada...

Ler maisDetails

Viagem Apostólica do Papa Lão XIV a Angola

Seguradoras “fintam” livro de reclamações para não registarem sinistros, segundo AADIC

28 de Abril, 2026
PEDRO NICODEMOS

Governo vai construir três parques para transformação da madeira

28 de Abril, 2026
PEDRO NICODEMOS

Proágua vai instalar três novas estações compactas para reforçar abastecimento de água em Luanda

28 de Abril, 2026

Sogester assume gestão dos terminais de passageiros e cargas dos portos de Cabinda e Soyo

28 de Abril, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.