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Empresas angolanas desafiadas a acelerar a economia do país com a experiência do Brasil

Jornal Opais por Jornal Opais
31 de Março, 2025
Em Economia
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Cerca de 700 empresas angolanas participaram, no fim-de-semana, num workshop promovido pelo Grupo Acelerador Angola e a Escola Nacional de Comércio, tutelada pelo Ministério da Indústria e Comércio, com o objectivo de criar bases de reflexão dos gestores das pequenas, médias e grandes empresas sobre o que podem fazer para que os seus negócios comecem a dar mais lucros e gerar empregos

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Empresários angolanos de diferentes segmentos foram desafiados a acelerar a economia do país usando a experiência do Brasil, uma das maiores economias da América Latina. Este repto, lançado durante o evento que decorreu em Luanda, os empresários e empreendedores tomassem conhecimento das metodologias de mais de 16 mil empresas brasileiras que já beneficiaram de formações e, como resultado, viram a facturação aumentar em milhões de dólares, em poucos anos.

Para o empresário brasileiro Vinicius Franco, sócio e director do Grupo Acelerador Brasil, a metodologia de crescimento acelera- do com as formações pode integrar estratégias de gestão, lide- rança e inovação para maximizar resultados.

O prelector lembrou que o foco da empresa tem de ser na área comercial, para poder sobreviver e ter saúde financeira. O segundo é a fase da construção de equipas para sustentar o crescimento de vendas. Mas para isso, disse, as empresas devem ser conduzidas por líderes que delegam tarefas e não por chefes que concentram todas as funções.

“Quando as empresas chegam ao nível da maturidade e pensam na expansão, têm de descentralizar as tarefas, buscar novos clientes, aumentar a facturação e motivar os colaboradores, por exemplo, com almoços às sextas-feiras e bónus sobre a produtividade, cerca de 50% do salário anual”, aconselhou Vinicius Franco.

O grupo Acelerador está no mercado angolano há um ano e muitas das empresas nacionais, cerca de uma dezena, já beneficiaram de formações, das quais a TAAG, Porto de Luanda, Caminhos-de- ferro de Luanda, a TCUL, apenas para citar algumas.

De acordo com Maurício Guimarães, director Executivo do Grupo Acelerador Angola, com as formações, os gestores das empresas começam a ter uma outra forma de liderar as suas empresas e construir as suas equipas, para se atingir o objectivo fundamental, o lucro. “Angola evidencia um enorme potencial de expansão, e iniciativas como o workshop Acelere Sua Empresa podem contribuir para a maturidade do ecossistema empresarial local”, ressaltou.

Angolanos prometem tirar proveitos Judith Mateus, empresária no ramo imobiliário, construção e gestão de imóveis, disse, em declarações ao OPAÍS ser importante que as empresas busquem conhecimento sobre a área de actuação e considerou que eventos como o Acelerar Angola acabam por proporcionar outras portas de negócios e novos parceiros, tendo reforçado que conseguiu tirar bom proveito do evento.

António Nicolau, outro participante, que representa uma empresa de prestação de serviços, considerou o Workshop, uma iniciativa que serviu para aprender muita coisa que os empresários devem implementar, so- bretudo a forma de liderança, a motivação dos colaboradores e avaliar a satisfação dos clientes. Disse ainda que a empresa que representou tem metas ambiciosas para os próximos cinco anos e precisa aprender cada vez mais.

Por sua vez, Nasser Cristóvão, director da Escola Nacional do Comércio, tutelado pelo Ministério da Indústria e Comércio, reafirmou que a parceria com o Acelerador Angola vai continuar. “Pretende-se com as formações capacitar os empresários angolanos em matéria de gestão, para o aumento do lucro das empresas, num país onde o comércio é o segundo maior empregador”, disse. O responsável acrescentou que o próximo encontro, a realizar-se ainda este ano, será fora de Luanda, mas ainda sem data concreta.

O Grupo Acelerador trabalha na área do empreendedorismo no Brasil e chegou este ano a Angola, onde tem como foco dinamizar as pequenas e médias em- presas e formações para grandes empresas e instituições governamentais.

POR: José Zangui

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