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Sindicato de jornalistas debate-se com o reajuste salarial e progressão de carreira dos profissionais

Jornal Opais por Jornal Opais
13 de Março, 2025
Em Sociedade

Profissionais de jornalismo angolano estiveram reunidos em assembleia-geral ontem, em Luanda, por conta da questão do reajuste salarial e progressão de carreira. há um processo a decorrer e os profissionais foram unânimes em concordar que devem ser aplicados os dois pontos, para que haja melhoria das condições sociais dos jornalistas

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Reunidos no anfiteatro do IMNE-Marista, em Luanda, a classe jornalística, sob a direcção do secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), coloca à mesa o reajuste salarial e progressão de carreira.

A assembleia decidiu dar um prazo de 30 dias para que os conselhos de administração das em- presas de comunicação pública (e as híbridas) concluam o trabalho que estão a fazer junto à entidade tutelar. “Depois desses 30 dias, nós temos de reunir com os conselhos de administração, no caso, o Secretariado Executivo, com os núcleos dos sindicatos dessas empresas que estão em Luanda, para decidirmos”, disse Pedro Miguel, secretário-geral do SJA.

Há a progressão da carreira e há o reajuste salarial. Pedro Miguel diz que neste momento estão-se a discutir as duas coisas. Quando a questão de que a progressão da carreira deveria ser feita agora, no mês de Março, respondeu que não, porque o sindicato em referência não apresentou nenhum caderno reivindicativo aos conselhos de administração, e sim um memorando.

Neste memorando, fizeram a descrição da situação, dentre as quais a questão da depreciação da moeda nacional, que impacta na vida de todos os angolanos. Reconheceu que as reivindicações datam de 2018, 2020, e depois foi uma implementação em 2022. Sobretudo para a Rádio Nacional e a Televisão Pública de Angola, que são os mais antigos nesse processo, os primeiros a apresentarem o caderno reivindicativo, seguidos das Edições de Novembro, Angop e depois Medianova e a TVZimbo.

“Se deu essa prorrogativa de um mês para os conselhos de administração trabalharem, e, como todos ouvimos na acta, o PCA da Televisão Pública de Angola, Francisco Mendes, se referia que isso pode ser até menos tempo. Então, vamos também fazer fé que seja menos tempo, menos de um mês. E depois teremos novamente um encontro”, finalizou.

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