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Cabinda regista cortes no fornecimento de energia eléctrica

A cidade de Cabinda e os bairros periféricos da vila de Lândana, município de Cacongo, estão a viver, nos últimos dias, restrições no fornecimento de energia eléctrica devido a uma avaria registada numa das turbinas instaladas na central térmica de Malembo

Jornal Opais por Jornal Opais
10 de Fevereiro, 2025
Em Sociedade

Segundo Arlindo Cambungo, administrador da PRODEL, registou-se, no passado dia 11 de Janeiro, uma anomalia numa das turbinas na central térmica de Malembo que, do processo de conversão do combustível para outro, apresentou problemas na comutação, o que indisponibilizou a referida unidade.

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Esta situação, explicou, trouxe um défice de produção em Cabinda, garantindo que a equipa técnica identificou a avaria e, neste momento, tudo está a fazer para que no mais curto espaço de tempo seja superada a avaria e, assim, regressar aos níveis habituais de produção de energia eléctrica na província.

“Pensamos que todo o esforço está a ser feito em toda cadeia logística, porquanto as peças de reposição já foram encomendadas e as primeiras começam a chegar na terceira semana de Fevereiro e a última peça do kit para a reparação da respectiva turbina chega na última semana do presente mês”.

Depois da chegada de todas as peças de reposição, de acordo com explicações de Armindo Cambungo, serão necessários três a quatro dias para repor a unidade avariada em funcionamento e assim produzir energia eléctrica suficiente para atender o sistema eléctrico de Cabinda a 100%.

A província de Cabinda conta, actualmente, com uma capacidade de produção de energia eléctrica assegurada pelas centrais térmicas de Malembo, Chibodo (com uma potência disponível entre sete eoito megawatts) e Santa Catarina.

Neste momento, decorrem trabalhos de melhoria do sistema de terra da central térmica de Santa Catarina e, tão logo estejam concluídos, a sua capacidade será adicionada à demais potência para auxiliar a central térmica de Malembo.

O sistema de produção de energia eléctrica em Cabinda foi reforçado com a chegada, o ano passado, à província de mais duas turbinas, mas que até ao momento ainda não foram montadas.

Sobre o assunto, Armindo Cambungo justificou que existe um estudo de projecto a ser elaborado, considerando a complexidade desta empreitada, mas garantiu que “tudo está a ser feito para que tão logo o projecto executivo esteja pronto, se partir para a acção de montagem.”

Mais projectos para o sector

O administrador da PRODEL anunciou existir um plano traçado pela empresa para melhorar a curto, médio e longo prazos a produção de energia eléctrica na província de Cabinda.

A curto prazo, disse, está a reparação da turbina número quatro que deverá entrar no sistema de produção em Março próximo, enquanto a médio prazo o objectivo é reabilitar a turbina número um, cujos trabalhos de manutenção capital iniciaram o ano passado.

“Para este ano, pensamos que essa turbina estará disponível e que vai trazer, de facto, reserva girante para o sistema eléctrico de Cabinda.” A médio prazo, Armindo Cambungo ressaltou ainda o projecto de instalação de uma central fotovoltaica de cerca de 90 megawatts na localidade de Chinganga, Sul da cidade de Cabinda.

“É um projecto que está bem encaminhado e vai trazer uma lufada de ar fresco quanto à produção de energia eléctrica em Cabinda e reduzir os custos operacionais. Trata-se de uma energia limpa e amiga do ambiente”, referiu.

Situação preocupante

Devido aos constantes cortes de energia eléctrica aos consumidores, a governadora de Cabinda, Suzana de Abreu, deslocou-se à sede da PRODEL para avaliar o ponto de situação do sistema eléctrico da província no segmento de produção. Suzana de Abreu disse que “o assunto não é para bater palmas” e acha que, pela apresentação feita, a situação é deveras preocupante.

“É preocupante porque a energia elétcrica é fundamental, tanto como a água e as vias de acesso são serviços cruciais para todos, sem excepção”, referiu Suzana de Abreu, ressaltando que ver-se privado desses serviços é uma preocupação muito grande para as populações, para a própria empresa PRODEL e para quem governa, porque a acção de governar deve incidir directamente naquilo que é proporcionar as melhores condições de vida para as populações.

“Lutamos dia-a-dia para conseguir esse objectivo. Entendemos que situações acontecem ao longo do caminho. Há problemas de manutenção e há problemas dos próprios equipamentos, mas penso que aqui há problemas de planificação que têm de ser feitos da melhor forma.”

Para a governadora de Cabinda, planificar melhor é ter as manutenções em dia e ter as peças susceptíveis de sofrer alguma avaria ou de serem mudadas constantemente, em stock.

“Na ausência dessa planificação encontramos situações do género que realmente em nada abona àquilo que é o esforço colectivo para podermos proporcionar as melhores condições de vida às populações.”

Os cortes de energia eléctrica às populações poderão prolongar-se até ao final do mês de Março, uma situação que Suzana de Abreu não gostaria que assim fosse e pediu aos técnicos da PRODEL que fizessem todos os possíveis para que não se prolongasse essa situação por muito tempo.

“A situação tira-me um pouco do sono, um pouco do sossego”, assumiu a governante que se mostrou bastante preocupada com os cortes constantes de energia eléctrica, razão pela qual a levou a visitar a PRODEL para perceber ao fundo a questão e identificar o problema, para se partir para as soluções. Para uma solução definitiva do problema, Suzana de Abreu aponta que Cabinda deve estar, necessariamente, ligada à rede eléctrica nacional.

“A RNT está a trabalhar no sentido e o projecto está a dar os seus passos para que até 2028/29 tenhamos a ligação de energia eléctrica na rede nacional via cabos submarinos. É um projecto a longo prazo mas é a definição para que se resolva esse problema que não é de hoje”, sublinhou.

O problema da situação de crise energética em Cabinda data dos anos 80, uma situação que deve ser ultrapassada, já que a governadora defende que “os cortes de energia eléctrica não devem ser a regra”, havendo a necessidade de afinar mais no planeamento e “batermos as portas de quem de direito para resolvermos esta situação”.

 

Por: Alberto Coelho, em Cabinda

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