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Acesso a Maputo cortado por manifestantes que usam cisterna de combustível como escudo

Os acessos da N4 a Maputo, principal entrada na capital moçambicana e ligação à fronteira da África do Sul, estão completamente bloqueados por manifestantes, que contestam a cobrança de portagem, utilizando um camião cisterna com combustível contra a Polícia

Jornal Opais por Jornal Opais
30 de Janeiro, 2025
Em Mundo

O camião foi bloqueado depois das 07:00 locais pelos manifestantes, sobretudo transportadores, ao início da manhã, imobilizado na via e sob ameaça de se incendiado caso a Polícia forçasse o desbloqueio da via.

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“Estamos a manifestar-nos e estão a vir com gás lacrimogéneo e balas (…) estamos a deixar esse carro aí para nos defendermos (…) estamos cansados, estamos a pedir que resolvam”, explicava Nucha Arminda, enquanto um forte contingente policial, com blindados da Unidade de Intervenção Rápida e brigadas cinotécnicas, se posicionavam entre os manifestantes e a praça de portagens, com dezenas de viaturas, incluindo camiões, bloqueados, e outros a tentarem voltar para trás.

Em causa está a ausência de cobrança de portagens naquela via, explorada pela sul-africana TRAC, nas últimas semanas, devido às manifestações pós-eleitorais, retomada, entretanto, na Quintafeira. “Não aceitamos portagens.

Que remos ficar três meses sem pagar portagens e quando retomar que baixem os preços”, afirma Erisaldo Pedro, enquanto a Polícia, a espaços, se aproximava para tentar negociar com as dezenas de manifestantes a saída do camião e o desbloqueio da via, sem sucesso.

Cerca das 12:15, a polícia lançou gás lacrimogéneo para tentar desmobilizar outro bloqueio da via, a poucas centenas de metros do corte junto à praça de portagens. “Nós não queremos mais portagens. Essa portagem não existe”, retorque Sansão Basima, que se juntou ao protesto.

Desde a retoma da cobrança de portagens na N4, que ao longo de mais de 90 quilómetros liga Maputo à fronteira de Ressano Garcia, via estrutural para escoar as exportações sul-africanas de minério, que a circulação naquela via tem estado condicionada por alguns protestos e automobilistas que forçam as cancelas para passar sem pagar, o que levou a concessionária TRAC a instalar correntes junto às cabines de pagamento.

O então candidato presidencial Venâncio Mondlane apelou, em Dezembro, ao não pagamento de portagens em todo o país, sendo que, após a destruição e vandalização de algumas cabines de cobrança, várias foram fechadas, incluindo as da TRAC.

Entretanto, num documento publicado em 21 de Janeiro, com 30 medidas que exige para os próximos 100 dias, Venâncio Mondlane, que não reconhece os resultados oficiais das eleições gerais de 09 de Outubro, voltou a exigir a não cobrança de portagens em todo o país.

“Na N4 as portagens, pelo tempo de vida que já têm, cumpriram com tempo de rentabilidade face ao investimento efectuado”, refere no documento, exigindo a extensão do não pagamento de portagens neste período, alegando, também, que em várias vias com portagens no país “não houve consulta pública” sobre essa cobrança e “não se respeitou o princípio da via alternativa”.

De acordo com a plataforma eleitoral Decide, organização nãogovernamental que monitoriza os processos eleitorais em Moçambique, nos protestos póseleitorais há registo de pelo menos 315 mortos, incluindo cerca de duas dezenas de menores, e pelo menos 750 pessoas baleadas.

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