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Das redes sociais à política

Jornal Opais por Jornal Opais
6 de Janeiro, 2025
Em Opinião

Os teóricos da democracia moderna consideram as redes sociais como sendo as tele-democracias, isto é, as televisões democráticas, informais e que tendem a comunicar de forma mais rápida ou mais veloz se comparadas com as televisões tradicionais, as televisões formais.

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Inicialmente surgiram para aproximar as pessoas, manter a comunicação mais fluida entre elas, sobretudo para àquelas que residem em comunidades, municípios, províncias, países e continentes diferentes.

Desde o ponto de vista político, as redes sociais contribuiram e agregaram valores ao marketing político, tendo o evoluído do político para o marketing digital, fazendo com que os cidadãos no mundo globalizado pudessem estar mais próximos dos fenómenos ou acontecimentos políticos, da gestão política, dos partidos políticos, seus programas e suas lideranças, dando origem a uma nova forma de participação política em democracia, participação do tipo cibernética, isto é, a predisposição voluntária, menos controlada (dos Estados e seus governos) e repressiva (fisicamente) dando aos indivíduos a possibilidade de através delas passarem a expor os seus pensamentos e opiniões, as suas críticas e contribuições e em muitos casos, mobilizarem o maior número possível de cidadãos para uma determinada causa, para um determinado fim.

A ser assim, a pergunta que não se cala é:

1 . Até que ponto as redes sociais influenciam a política hodierna, quando em países africanos o número de usuários é inferior se comparado com o todo demográfico?

A resposta é de que nos contextos em transição para democracia ou em democracias eleitoralistas que são hoje muitos países africanos e não só, as redes sociais jogam um papel preponderante, influenciam e impactam surpreendentemente a política hodierna sem precisar de um número maior de usuários se comparados com o todo demográfico, é assim que para o caso concreto em Moçambique, (que motivou a escrita destas linhas), a mensagem passada por Venâncio Mondlane, mesmo ausente do solo pátrio, tem alcançado o seu público alvo naquele país, mas, também, na região austral e em todo mundo. Um outro exemplo da força da internet, das redes sociais e a política está ligado ao início da primavera árabe.

No entanto, os partidos políticos, os governos e os Estados devem prestar cada vez maior atenção às redes sociais, não ignorando nunca ou minimizando a sua relevância e o seu alcance, capaz de chegar até onde menos se imagina ou menos se espera.

Para os dias que correm, quem dentre os actores políticos tiver maior presença a nível da comunicação digital, mobilizará mais cidadãos para si e para a sua causa. Não nos esqueçamos do quão metamorfose as redes sociais fizeram aquando da fase da COVID-19.

É que, na verdade, as redes sociais não precisam chegar até ao último cidadão, basta que os sinais, os acontecimentos, as mensagens e os conteúdos que elas transmitem cheguem até às elites urbanas e comunitárias que, de seguida, chegarão até as zonas mais recônditas da pólis, ou seja, até as últimas localidades.

 

Por: AMILTON DA GAMA

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