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Aquisição de derivados de petróleo regista queda de 4% no terceiro trimestre

A aquisição dos derivados de petróleo registou uma redução de 4% no terceiro trimestre deste ano em comparação com o trimestre anterior, totalizando 1.101.853 toneladas métricas. A maioria dos combustíveis foi importada, com um custo aproximado de 662 milhões de dólares, destacando-se o gasóleo como o mais consumido no mercado nacional

Jornal Opais por Jornal Opais
4 de Novembro, 2024
Em Economia

As actividades das em- presas do sector de derivados de petróleo mostraram uma dinâmica variada. A aquisição de combustíveis líquidos, por exemplo, atingiu um volume total de 1.101.853 toneladas métricas (TM), das quais o gasóleo representou 58%, seguido pela gasolina com 29%, fuel ordoil (6%), Jet A1 (5%), betume asfáltico (1%) e petróleo iluminante (1%).

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Destaca-se que a origem destes combustíveis foi maioritariamente de importações (70%), com apenas 29% provenientes da Refinaria de Luanda e 1% do Topping de Cabinda. Esse volume importado representou um custo de aproximadamente 662 milhões de dólares americanos, e marcou uma redução de 4% em comparação com o trimestre anterior. No terceiro trimestre, o país apre- sentou uma redução na aquisição de combustíveis líquidos e gás de cozinha (GPL), além de uma retracção na venda de lubrificantes.

O volume de vendas de combustíveis aumentou, mantendo a Sonangol como líder de mercado, conforme dados do balanço consolidado das actividades das empresas do sector de derivados do petróleo.

A infra-estrutura de armazenagem de combustíveis líquidos permaneceu robusta, com uma capacidade instalada de 675.968 m³ em terra, sustentando uma rede de 1.172 postos de abaste- cimento, dos quais 896 estão em operação.

A Sonangol Distribuição e Comercialização detém a maior fatia destes postos, com 36,7%, seguida pela Pumangol (9,2%), Sonangalp (6,9%), Total Energies Marketing Angola (5,6%), Etu Energias (0,3%) e agentes privados representando 41,2% dos postos.

Vendas aumentam 3%

Vendas aumentam 3%O volume global de vendas de combustíveis no terceiro trimestre, abrangendo os segmentos de retalho (B2C), consumo (B2B) e bunkering, alcançou aproximadamente 1.262.175 TM, um aumento de 3% em relação ao trimestre anterior.

A Sonangol Distribuição e Comercialização continua a dominar o mercado, com uma quota de 62,2%, seguida pela Pumangol (21,5%), Sonangalp (8,2%), Total Energies Marketing Angola (7,2%), Etu Energias (0,4%) e Soida (0,4%), responsável pela operação de betume.

No segmento de combustíveis gasosos, especificamente o Gás de Petróleo Liquefeito (GPL), cerca de 122.243 TM foram introduzidas no mercado interno, com 68% provenientes da Angola LNG, 23% do campo de Sanha, 7% da Refinaria de Luanda e 3% do Topping de Cabinda.

Comparativamente ao trimestre anterior, houve uma queda de 11% nas aquisições de GPL. No mesmo período, as vendas de GPL somaram 122.182 TM, uma retracção de 12% em relação ao trimestre anterior.

A Sonangol Gás e Energias Renováveis liderou as vendas de GPL com 77,1% de quota de mercado, seguida pela Saigás (11,1%), Progás (4,9%), Gastém (4,8%) e Canhongo Gás (2,2%). As províncias com maior consumo de GPL foram Luanda (58,9%), Benguela (10,4%), Huíla (6,8%), Huambo (4,7%) e Cabinda (3,7%), representando juntas cerca de 84% do consumo nacional.

Queda de 18% nos lubrificantes

No mercado de lubrificantes, foram comercializadas 7.816 TM no terceiro trimestre, uma redução de 18% em relação ao período anterior. Cerca de 22% deste volume teve origem na produção nacional, enquanto os restantes 78% foram importados.

A Sonangol Distribuição e Comercialização liderou com uma quota de mercado de 22,4%, seguida pela Chinangol (12,4%), Lubritec (11,3%), Jambo (8,5%) e Pumangol (7,4%).

O Instituto Regulador de Derivados de Petróleo (IRDP) emitiu, no período, um total de 207 licenças, das quais 164 eram novas e 55 renovações. Além disso, foram realizadas 207 vistorias para tratamento de processos de emissão e renovação.

POR:Francisca Parente

 

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