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Cirurgia artroscópica carece de recursos humanos e meios em Angola

Doentes que enfrentam problemas de lesões nas articulações, sobretudo no ombro, joelho e tornozelos, podem ver as suas preocupações resolvidas ao serem submetidos à cirurgia artroscópica. Porém, os equipamentos e recursos humanos para a realizar o serviço são quase que inexistentes nas unidades sanitárias públicas e privadas

Stela Cambamba por Stela Cambamba
30 de Julho, 2024
Em Sem Categoria

A cirurgia artroscópica tem menos custos no que toca ao internamento do paciente, pois, se um doente for submetido a uma cirurgia aberta, deverá ficar até quatro dias em observação médica, já na artroscópica fica, no máximo, 24 horas.

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Uma das principais preocupações deste serviço é a capacitação dos profissionais para dominarem a técnica, que é nova no sector da saúde, segundo o médico ortopedista Manuel Dolongue.

O entrevistado disse que, a nível da província de Luanda, o número de especialistas ainda é ínfimo, apenas conhece quatro. “Penso que numa instituição pública pode ter o médico que domina a técnica, mas não tem equipamento ou vice-versa”, disse.

Segundo Manuel Dolongue seria útil se cada unidade sanitária pública tivesse pelo menos dois ou três médicos que realizam operações artroscópicas. Para minimizar a situação, a clínica Luanda Medical Center (LMC) realizou um simpósio, no último sábado, 27, com a finalidade de disseminar o conhecimento nesta área.

Manuel Dolongue explicou que a cirurgia artroscópica é feita dentro das articulações de forma minimamente invasiva, ou seja, são feitas pequenas incisões com cerca de um centímetro numa articulação onde é introduzida uma câmara, através de um cabo óptico que tem a função de levar a imagem até um computador ou um plasma.

Através das duas incisões que são feitas no joelho, ombro ou no tornozelo é possível observar todas as patologias dentro da articulação, assim sendo é igualmente possível reparar todas elas, dos cortes feitos: um corte leva a câmara e outro leva o material para reparar. “Por exemplo, há pessoas que volta e meia o ombro saí fora do lugar.

Quando isto acontece, é porque algo não vai bem. Com a cirurgia minimamente invasiva é possível solucionar o caso”, garantiu Manuel Dolongue. Mesmo sem avançar números, o médico ortopedista referiu que pacientes com patologias do género têm aumentado, mas o obstáculo está em fazer o diagnóstico, tendo em conta que o mesmo é feito apenas por imagem, ressonância magnética.

Por outra, grande parte não consegue tratar em função dos custos que são extremamente elevados. Manuel Dolongue é de opinião que deve haver um esforço conjunto, tanto para quem presta o serviço de seguro de saúde, quanto para as entidades que definem as políticas de saúde. De realçar que nas unidades sanitárias públicas não tem este serviço e nas instituições privadas apenas duas clínicas têm a cirurgia artroscópica.

Stela Cambamba

Stela Cambamba

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