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‘Propina do canal’ gera prejuízo de 80 milhões de Kwanzas à Faculdade de Economia

Um total de 1407 estudantes da Faculdade de Economia, Universidade Agostinho Neto (UAN), terá provocado prejuízo ao Estado no valor de 80 milhões de Kwanzas, por ter participado de um esquema de pagamento de propinas. A Faculdade busca responsabilizá-los, mas os estudantes dizem-se injustiçados, pois os pagamentos eram feitos com anuência de funcionários da instituição

Romão Brandão por Romão Brandão
28 de Junho, 2024
Em Manchete

Tanto os estudantes quanto a própria Faculdade foram unânimes em dizer que não é de hoje que existe esta forma de pagamento naquela instituição.

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Os primeiros dizem não terem agido fora da lei, porque os pagamentos eram feitos aos funcionários da instituição, mas a Faculdade fala em ilegalidade.

Antes de mais, devemos compreender que os estudantes da Faculdade de Economia pagam 15 mil Kz de propina mensal e, segundo, a dezena de jovens que veio se queixar ao jornal OPAÍS.

O pagamento é centralizado no polo da Marginal, apesar de terem estudantes no Campus Universitário (Camama) e no Kikuxi.

Por conta da burocracia no pagamento de vários serviços naquela instituição, os estudantes decidiram adoptar uma forma mais dinâmica, até porque muitos trabalham e estão sem tempo de estar mais cedo na Faculdade para fazer o pagamento.

Assim, por meio de alguns funcionários, os estudantes passaram a pagar a propina à distância. Recentemente, a Faculdade de Economia tornou pública, na vitrina do pátio da instituição, uma lista composta por 1407 estudantes com a situação financeira irregular, e que devem resolver este problema, consultando a instituição, com a liquidação da dívida.

A publicação da lista foi encarada, pelos estudantes nesta situação, com muita estranheza, uma vez que muitos dos quais dizem ter a situação financeira resolvida e, inclusive, estarem com os comprovativos de pagamento autênticos.

“Nós não temos outra forma de fazer o pagamento, a não ser se deslocar à Marginal. Tivemos que pedir ajuda a terceiros, uma vez que o regulamento interno da Faculdade não proíbe esta forma de pagamento.

Não sabíamos que os pagamentos eram ilegais, pelo que fomos vítimas de pessoas que agiram de má-fé, inclusive pessoas ligadas à instituição”, dizem os estudantes.

Os queixosos dizem ainda que, para além de receberem os comprovativos de pagamento, tinham no sistema a situação regularizada, o que não lhes levou a desconfiar de que as transacções estavam a ser feitas de forma ilegal.

A questão da burocracia, a demora no pagamento dos emolumentos naquela Faculdade, é apontada como justificação do modo de agir dos estudantes, uma vez que, até para comprar uma folha de prova, devem fazêlo via RUPE.

“Não se admite que uma faculdade como aquela, que entende melhor a relação entre a demanda e a oferta, por exemplo, ter apenas três dias na semana para o pagamento de recursos; não se admite uma faculdade que lecciona auditoria, contabilidade e gestão financeira tenha um desfalque financeiro do género. Isto demonstra que a contabilidade da própria faculdade não é organizada”, apontam.

Problema antigo que foi destapado

Os estudantes disseram ainda que a Faculdade fez uma auditoria recentemente, antes do término do primeiro semestre do ano lectivo 2023-2024, onde foi possível identificar este “desfalque financeiro”.

Segundo a instituição, os estudantes têm dívidas de dois anos de pagamento, mas os queixosos denunciam que este problema já vem de há mais de dois anos.

“Há na lista nomes de colegas que já estão no mercado de trabalho há cinco anos, mas aparece como alguém que esteja com dívidas na instituição. Isto nos leva a crer que este problema não é de agora”, sustentam.

O que lhes leva a sustentar aquela afirmação é também o facto de, segundo os estudantes, estarem muitos funcionários envolvidos neste “esquema”, uma vez que, dada a desorganização da Faculdade de Economia, até o funcionário de limpeza ou da segurança os vende caderno de prova.

Para os estudantes, a Faculdade está a proteger os funcionários, que deviam ser responsabilizados criminalmente, e culpabilizá-los por terem usado esta via de pagamento.

Exigem o pagamento a curto prazo, em quatro meses, mas ninguém está em condições de pagar a dívida, pois há alunos nocturnos que terão de pagar 300 a 400 mil Kz.

Romão Brandão

Romão Brandão

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