EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Sáb, 13 Jun 2026
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Linguística – Uma leitura teórica

Jornal Opais por Jornal Opais
27 de Junho, 2024
Em Opinião

Apresente abordagem funda-se como um revisionismo conceptual e dialógico sobre a linguística. Assim sendo, as abstracções sobre o que se entende, sobre o que se define e o valor semântico a que se atribui à linguística não é de todo inerte a novos saberes e a novas interpretações.

Poderão também interessar-lhe...

É de hoje… O ‘fim’ dos laranjas

É de hoje… Não à síndrome de Estocolmo

É de hoje… Angola pisca os olhos à Sérvia

Importa, desde já, afirmar que a nossa incursão discursiva não se estende à linguística histórica nem a história da linguística que são dois campos de conhecimento que se diferem até nos seus objectos de análise e, em última hipótese, de abordagem.

Todavia, sublinhamos que a história da linguística dá azo ao percurso histórico de uma ciência, revisitando as suas origens, as suas diferentes etapas e seus estágios de aperfeiçoamento no tempo.

Por sua vez, a linguística histórica funda-se como mecanismo de estudo às mudanças que são operadas por vários factores, por exemplo, interno e externo, nas línguas humanas, no decorrer dos tempos.

Aproveitamos recorrer a dados históricos, em função das literaturas, para afirmamos que os interesses sobre os estudos linguísticos remontam desde a Antiguidade, entretanto, com cunho científico, portanto, com objecto e método próprios, tenham sido apresentados no início do século XX com Curso de Linguística Geral, ministrado por Ferdinand de Saussure, que permite autonomia científica à linguística.

Para a sustentar o nosso postulado, subscrevemos o pensamento de Émile Benviniste “o estruturalismo é a suposição [é a prova da autonomia da linguística] de que se pode estudar uma língua como uma estrutura” (1974, p.8).

Dito isto, como nosso objecto de análise, a presente leitura cognitiva prende-se às três correntes da linguística moderna, mormente, o estruturalismo, o gerativismo e o funcionalismo.

Entendemos que o conceito que melhor se aproxima ao que nos propusemos sustentase a partir das ideias do linguista suíço Ferdinand de Saussure que acentua a linguística como sendo a ciência que estuda a linguagem. Logo, as manifestações inerentes à linguagem humana serão objecto de estudo da linguística.

Contudo, aferimos que as contribuições teóricas e sistémicas de Noam Chomsky, por meio da corrente gerativa, e Roman Jakobson, por meio da corrente funcionalista, constituem em si condimentos atrelados ao estruturalismo para elasticidade sobre o que se compreende, sobre o que se estuda e sobre como interpretam-se os fenómenos linguísticos e suas manifestações, por meio da linguagem, da língua e da fala, nas relações humanas e como objecto de estudo da linguística.

Entendemos ser fundamental trazermos à baila as diferentes abordagens das correntes já mencionadas. Pois que, conforme várias literaturas, assistimos à unanimidade quanto à influência do pensamento estruturalista do linguista Ferdinand Saussure para a conceptualização do que hoje chamamos de linguística moderna.

Importa italizar que as ideias trazidas pela corrente gerativa e funcionalista, elas, embora se sustentam a partir do estruturalismo, apresentam um viés de ruptura que abre acepções, com as devidas objecções, para abordagens diferenciadas sobre a linguística.

Travam dignas e acesas discussões no campo tripartido da linguagem, da língua e da fala, que fundamentam as suas teses e proposições linguísticas.

 

Por: Hamilton Artes

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

É de hoje… O ‘fim’ dos laranjas

por Dani Costa
12 de Junho, 2026

Conhecido político angolano disse, certa vez, que no nosso país havia a percepção de que a esquerda construía e, do...

Ler maisDetails

É de hoje… Não à síndrome de Estocolmo

por Jornal OPaís
11 de Junho, 2026

Uma das revelações mais aborrecidas que tive em mãos foi um relatório da Universidade Católica, realizado por investigadores reputados, há...

Ler maisDetails

É de hoje… Angola pisca os olhos à Sérvia

por Dani Costa
10 de Junho, 2026

Quem acompanhou o discurso da tomada de posse do Presidente João Lourenço, em 2017, em plena Praça da República, lembrar-se-á...

Ler maisDetails

Quando os sistemas falam entre si, o doente chega mais depressa ao lugar certo

por Jornal OPaís
9 de Junho, 2026

“Quando os sistemas se comunicam e estão integradgos, o doente não se perder no processo e chega mais depressa ao...

Ler maisDetails

ANGOTIC recebe mais de 30 mil visitantes

13 de Junho, 2026

Startup Viva Mais do Bié eleita a melhor do ANGOTIC 2026

13 de Junho, 2026

Luanda terá nova piscina olímpica a partir de 2027

13 de Junho, 2026

Pumangol e Correios de Angola lançam projecto de cacifos postais

13 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.