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Angola reforça mecanismos para beneficiar do mercado de Carbono

Numa altura em que a protecção do meio ambiente mostra-se cada vez mais desafiante, o Mercado do carbono é apontado como uma das propostas para o combate à crise climática de modo prático, justo e comprometido

Neusa Felipe por Neusa Felipe
5 de Junho, 2024
Em Destaque, Política

A Vice-presidente da República, Esperança da Costa, destacou, ontem, a importância do carbono na protecção dos recursos naturais do país, garantindo que Angola tem capital natural para contribuir de modo impactante no “Angola Rumo ao Mercado de Carbono”.

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Falando na abertura da 3ª Conferência Internacional de Direito do Ambiente e Climático, que decorre sob o lema, “o Impacto do Mercado de Carbono na Concretização dos Objectivos Mundiais do Clima”, realizada em alusão às comemorações do Dia Mundial do Ambiente, que hoje se assinala, a Vice-presidente da República deu ênfase às potencialidades naturais de Angola, lembrando que o país possui 47 bacias hidrográficas principais, das quais cinco transfronteiriças (Cunene, Cuvelai, Cubango/ Okavango, Zaire/Congo e Zambeze, fazendo parte de cinco comissões internacionais de bacias.

Esperança da Costa garantiu que o Executivo continuará a desenvolver esforços no sentido de Angola beneficiar do Mercado de Carbono e utilizar os recursos financeiros para o contínuo desenvolvimento inclusivo e sustentável, integrando a juventude, as comunidades e o papel crucial da liderança feminina na preservação da biodiversidade.

“Nesta altura, em que o país se mobiliza e se orienta para o fomento do turismo, precisamos de sinergias para a promoção do ambicioso projecto turístico da natureza, mantendo entretanto, o foco em torno do nexo clima/ biodiversidade /água /oceanos”, disse. Considerou fundamental o envolvimento das Instituições do Ensino Superior, Centros de Investigação e Desenvolvimento no que as exigências do mercado limpo diz respeito, para a competente formação às empresas e a Sociedade Civil em questões ligadas ao mercado de carbono para que, de forma determinada e colectiva, se possa assegurar a construção da sustentabilidade, com paz e progresso.

Mercado de carbono enquanto solução viável

Face às externalidades negativas que radicam das alterações climáticas, a Vice-Presidente referiu que o mercado de carbono, enquanto sistema de compra e venda de créditos de carbono apresenta-se como solução viável e sustentável, pois garante metas de emissões de gases de efeito estufa na atmosfera, por via de atribuição de quotas ou créditos de emissões, levando as empresas a investirem no segmento das energias renováveis.

“Vivemos num contexto de grandes desafios globais, muitos dos quais a emergir quase simultaneamente. As guerras e tensões geopolíticas, o alto preço dos alimentos e da energia, a instabilidade das cadeias de abastecimento globais, bem como os efeitos nefastos das alterações climáticas, provocam invariavelmente, insegurança alimentar, conflitos sociais, perdas de vidas e deslocações forçados das populações”, sublinhou.

Legislação

Avançou que Angola continua a concentrar esforços no sentido de fortalecer o ambiente legislativo rumo ao “Mercado de Carbono”, tendo em vista os “Mercados Regulados e os Mercados Voluntários”, compromisso que decorre do Acordo de Paris, de que é Estado membro, e está alinhado a Estratégia Nacional para as Alterações Climáticas 2022-2035, instrumento que dá lugar ao Plano Nacional das Emissões (PNE) e o Plano Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas (PNAAC).

Ainda sobre a Legislação para o mercado de carbono, fez saber que o país concentra esforços na criação de condições para superar desafios críticos, como a conclusão da certificação das florestas e das áreas de conservação, a operacionalização do observatório climático, a criação de um sistema de certificação de crédito de carbono, o desenvolvimento de projectos de redução de emissões e o fortalecimento das capacidades institucionais e desenvolvimento do capital humano.

Avançou que as iniciativas de reforço da legislação no domínio do ambiente tem merecido especial atenção do Executivo angolano, incluindo o financiamento para a implementação de projectos sustentáveis, orientados para os sectores de Energia e Águas, Recursos Minerais, Petróleo e Gás, visando garantir a eficiência energética, com uma maior contribuição de energias verdes e preparando o país para uma transição segura e justa de descarbonização.

Neusa Felipe

Neusa Felipe

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