EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Qua, 10 Jun 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Vídeos
    • PUBLICAÇÕES
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Vídeos
    • PUBLICAÇÕES
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

António Canjonde:Meu sonho é fortalecer a classe empresarial e erradicar a malária em Angola”

António Canjonde é engenheiro biomédico e CEO do Grupo Canjonde, uma empresa dedicada à saúde pública. Seu projecto experimental parte da sua tese de doutoramento e visa controlar a malária em Angola, com um investimento de 287 mil dólares americanos. Ele busca os melhores empresários para serem parceiros no projecto e investidores para darem seus contributos à causa

Jornal Opais por Jornal Opais
29 de Abril, 2024
Em Destaque, Economia

Qual é o objectivo do projecto para erradicar a malária em Angola?

Poderão também interessar-lhe...

Ministério do Turismo e Visa assinam acordo para facilitar pagamentos no sector

Banco Sol e Inovadora Capital viabilizam financiamento de 5 milhões de dólares para a Etu Energias

Expo-Bié vai contar pela primeira vez com feira do gado e da tecnologia

O objectivo é eliminar a malária em todas as 18 províncias do país. Nosso projecto, iniciado em 2016, visa educar a população sobre a importância da limpeza e saneamento para prevenir a propagação da doença. Trabalha- mos para sensibilizar as pessoas sobre a necessidade de manter as suas áreas residenciais limpas e secas, e destacamos que isso é uma responsabilidade de todos, não apenas do governo.

Como o projecto será financiado?

Estamos a buscar investidores e parceiros especializados para ajudar no financiamento do projecto. O investimento inicial é de 287 mil dólares, mas esperamos atrair mais recursos à medida que o projecto avança.

Quais são os desafios na erradicação da malária em Angola?

Um dos maiores desafios é a falta de conscientização da população sobre a importância do saneamento básico. Também precisamos lidar com empresas de desinfestação não credenciadas que vendem produtos de forma desordenada para ambulantes, o que prejudica a saúde pública. Além disso, falta fiscalização adequada para evitar o comércio ilegal de veneno para ratos, que também representa um risco à saúde.

Como está a ser feita a reeducação da população para combater a malária?

A reeducação é uma parte essencial do nosso projecto. Estamos a trabalhar para criar uma consciência mais forte sobre a importância da limpeza e da higiene. No entanto, para que isso funcione, precisamos de leis mais rigorosas que incentivem a população a fazer a coisa certa. Se a Assembleia Nacional e o governo aprovarem leis mais severas, acreditamos que as pessoas seguirão as orientações correctas.

Qual é a perspectiva de tempo para a erradicação da malária em Angola?

Se as leis propostas forem aprovadas e implementadas de maneira eficaz, acreditamos que em três anos Angola poderá estar livre da malária. Essa é a nossa meta e estamos trabalhando arduamente para alcançá-la.

O que acontecerá no Conselho de Empresários da Região Centro- Sul dos Países Angola e Brasil?

O Conselho de Empresários é uma iniciativa que visa reunir empresários da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para discutir o crescimento económico e a produção em cada região representada. Este evento permitirá que empresários de Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Angola partilhem ideias e oportunidades de investimento.

Quem organiza o Conselho de Empresários e qual é o seu pro- pósito?

O evento é organizado por três entidades: a Feira Multissectorial de Negócios e Cultura (FIN) do Brasil, Portugal e China. O objetivo é reunir empresários para trocar experiências e atrair investidores para Angola. Esta- rei presente como representante de Angola, acompanhado por uma delegação de mais de 30 empresários angolanos.

Qual é o papel dos empresários angolanos no evento?

Como embaixador dos empresários angolanos no Brasil, tenho a responsabilidade de mostrar aos investidores estrangeiros que Angola é um país seguro para investimentos. Queremos garantir que a mensagem sobre a segurança e as oportunidades de negócio em Angola seja clara e convincente.

O que se espera do evento em termos de resultados?

Esperamos atrair mais investi- dores para Angola e fortalecer as relações comerciais entre os países da CPLP. O objectivo é aumentar a cooperação económica e criar novas oportunidades de negócios para os empresários angolanos.

Como os empresários angolanos podem apoiar o governo na melhoria da economia nacional?

Os empresários podem apoiar o governo alinhando-se com a vi- são do presidente João Lourenço e promovendo iniciativas que impulsionem a economia. A cooperação entre empresários nacionais e estrangeiros é crucial para o sucesso do plano do governo de melhorar a economia e atrair mais investidores para o país.

Como está a questão do crédito para empresários nacionais e a cooperação com o Banco Central?

O acesso ao crédito é um factor importante para o crescimento do empresariado nacional. No entanto, é necessário melhorar a cooperação entre o Banco Central e os bancos comerciais para facilitar o processo de obtenção de crédito. Estamos a trabalhar para fortalecer essa cooperação e criar melhores condições para os empresários angolanos.

Voltando à Feira Multissectorial, como pode ser aproveitado pelo empresariado angolano?

A Feira Multissectorial é uma oportunidade para os empresários angolanos aprenderem com as melhores práticas de outras indústrias ao redor do mundo. A experiência que adquirimos em eventos como este nos ajuda a entender como podemos aplicar essas práticas em Angola para impulsionar nosso próprio desenvolvimento.

A cooperação entre empresários angolanos e estrangeiros pode impulsionar a economia?

A cooperação é fundamental para criar uma economia mais for- te e diversificada. Quando empresários angolanos e estrangeiros trabalham juntos, eles podem partilhar conhecimentos e recursos para impulsionar a inovação e o crescimento económico. É importante incentivar a honestidade e a colaboração para evitar a concorrência desleal e a destruição de empresas locais.

Qual é a sua opinião sobre a situação actual do empresariado em Angola?

O empresariado angolano ainda enfrenta muitos desafios, incluindo a falta de unidade e a concorrência desleal entre em- presas locais. Para impulsionar a economia, precisamos promover uma cultura de cooperação e respeito entre empresários, garantindo que todos trabalhem juntos para o bem-comum.

Qual é a mensagem que deixa para empresários e investido-res interessados em investir em Angola?

A mensagem é que Angola está aberta para negócios e investimentos. Com um esforço conjunto entre empresários nacionais e estrangeiros, podemos criar uma economia mais forte e diversificada. Convidamos investidores a se juntarem a nós na missão de erradicar a malária e construir um futuro melhor para Angola. A união, a colaboração e a responsabilidade são os pilares para alcançar esses objectivos.

Fonte: POR:Francisca Parente
Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

Ministério do Turismo e Visa assinam acordo para facilitar pagamentos no sector

por Jornal OPaís
10 de Junho, 2026

O Ministério do Turismo e a Visa formalizaram a assinatura de um Memorando de Entendimento com o objectivo de facilitar...

Ler maisDetails

Banco Sol e Inovadora Capital viabilizam financiamento de 5 milhões de dólares para a Etu Energias

por Jornal OPaís
10 de Junho, 2026

O Banco Sol e a Inovadora Capital participaram numa operação de subscrição de papel comercial emitido pela Etu Energias, que...

Ler maisDetails

Expo-Bié vai contar pela primeira vez com feira do gado e da tecnologia

por Jornal OPaís
10 de Junho, 2026
DR

A III edição da Expo-Bié, que decorrerá de 9 a 12 de Julho de 2026, na cidade do Cuito, sob...

Ler maisDetails

Parlamento reforça punição do branqueamento de capitais mesmo sem condenação do crime de origem

por Jornal OPaís
10 de Junho, 2026

As autoridades angolanas passarão a dispor de instrumentos legais mais pujantes com vista a combater o branqueamento de capitais, podendo...

Ler maisDetails
DR

Ataque de supostos marginais causa 12 mortes na África do Sul

10 de Junho, 2026

Mais de 12 mil habitantes vão beneficiar de energia eléctrica na comuna do Nkiende

10 de Junho, 2026

Mais de 80 reclusos iniciam ciclo de formação profissional no Huambo

10 de Junho, 2026

Obras do troço que liga o Huambo à Huíla vão estar concluídas em Outubro de 2026

10 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.